Boa reputação atrai boas oportunidades

 

Como profissional do mercado, ao procurar uma oportunidade de trabalho certamente você pesquisa quais são as características da empresa, antes de encaminhar o seu currículo e participar do processo seletivo.

 

Portanto, o inverso é absolutamente verdadeiro. Cada vez mais as organizações se empenham em pesquisar previamente as características dos candidatos antes de dispenderem várias horas em dinâmicas e entrevistas para a escolha dos melhores perfis.

 

O que talvez você ainda não tenha se dado conta é que este processo de levantamento prévio de informações, realizado pelas empresas, está se tornando cada vez mais criterioso e aprofundado.

 

Até recentemente, as avaliações mais detalhadas eram feitas apenas para o preenchimento de elevados cargos de gestão, especialmente para presidentes, conselheiros, vice-presidentes, superintendentes e diretores.

 

Atualmente, até mesmo cargos operacionais como os de analistas, coordenadores, supervisores e auxiliares têm recebido atenção mais focada dos contratantes, especialmente quanto à sua credibilidade, valores éticos e probabilidade de manter em sigilo informações privilegiadas da empresa.

 

Consultorias especializadas são contratadas para detectar potenciais riscos oferecidos pelos candidatos, detectados a partir de criteriosa pesquisa sobre a vida pessoal e o passado profissional de cada um.

 

Isto gera um alerta para você e para os demais profissionais do mercado: cuide da sua reputação. Todos os passos em falso dados no sentido de um comportamento duvidoso ou de práticas condenáveis serão investigados e utilizados para depor contra a sua candidatura a um novo cargo ou emprego.

 

A exposição da sua vida pessoal e ideias compartilhadas nas redes sociais é o ponto de partida. Caso você defenda posturas de ódio, racistas ou totalitárias, certamente ficará retido neste filtro inicial. Mas a análise vai muito além disso.

 

As empresas especializadas levantam informações complementares sobre conflitos de interesses por suas associações com concorrentes e fornecedores, ações judiciais nas quais esteja envolvido, violações de leis e regras de mercado, aparições em entrevistas nas mídias, histórico profissional, ações trabalhistas, envolvimento em processos por fraldes e muito, muito mais.

 

Ao mesmo tempo que este procedimento expõe os maus profissionais, ele valoriza e beneficia os candidatos que além do conhecimento técnico, possuem valores e comportamentos éticos que estão de acordo com as melhores práticas de convivência social, baseada nos princípios da honestidade.

 

Por isso, é bom insistir mais uma vez: cuide da sua reputação porque ela pode garantir a você oportunidades de trabalho nas mais conceituadas organizações do mercado.

Gerações Y + X = “vive la difference”

 

Você nasceu entre 1981 e 1997? Então hoje você está com uma idade variando entre 20 e 36 e faz parte de uma geração com características muito especiais que é chamada de Millennial. Nome bem sugestivo, hein?!

 

Mas é lógico que você pode estar em outra faixa etária diferente desta e pertença, por exemplo, à geração X dos nascidos entre 1965 e 1980 ou à geração baby boomer, dos que nasceram no período de 1946 a 1964.

 

Seja lá qual for o seu caso, este artigo vale para você que é profissional e trabalha em uma organização onde convivem todas as gerações, com suas características próprias e, às vezes, opostas e de difícil convivência.

 

Os levantamentos mostram que a geração Y, dos millennials, já ocupa cargos de liderança em 25% das empresas americanas e em mais de 20% dos empreendimentos brasileiros.

 

Há tempos, profissionais só assumiam postos de comando quando ultrapassavam a marca dos 40 anos de idade, depois de acumularem larga experiência em várias funções e inúmeros cargos. Este cenário mudou e vai mudar cada vez mais, segundo as estatísticas. Em 2024 estima-se que a força de trabalho será composta por 44% de millennials.

 

O lado bom é que isto representa um arejamento nas estruturas mais conservadoras de uma parcela das empresas, que apostam no perfil inovador, criativo e empreendedor da geração Y.

 

A outra face deste painel é a dificuldade de alinhar percepções e relacionamentos entre todas as gerações para que o negócio se desenvolva da melhor forma possível, com produtividade máxima, excelência total e foco na perenidade. Aqui reside um dos maiores desafios das organizações, na atualidade.

 

Um líder eficaz deve possuir ou desenvolver competências que ajudem a sua equipe a produzir com alta performance. Entre elas, comunicar-se bem, pensar diferente, empreender, estabelecer conexões dentro de um mundo que funciona em rede e avaliar dados complexos. Estas características, de modo geral, estão presentes nos líderes da geração Y.

 

No entanto, de acordo com uma pesquisa da CEB, empresa global de melhores práticas, falta a eles algumas competências que comprometem a otimização do convívio com os funcionários de outras idades. Por exemplo, a tolerância aos trabalhos sob pressão extrema, as atividades desenvolvidas em equipe, a organização e o planejamento das entregas e, ainda, o estímulo à colaboração.

 

Para que este desafio seja superado, a totalidade dos colaboradores da empresa precisa contribuir com uma parcela de esforço, afinal de contas os resultados positivos serão desfrutados por todos ou os problemas serão suportados na mesma proporção.

 

As organizações precisam caminhar no sentido de desenvolver novas competências em seus jovens líderes, mas em paralelo criar um ambiente onde a cooperação e a diversidade (leia o artigo: A experiência faz toda a diferença) sejam encaradas como a única possibilidade para o crescimento do negócio.

 

Participe deste esforço, seja qual for a sua geração, porque com isso o futuro profissional será melhor para todos.

Quando o estresse bate na porta

 

Ultimamente, quando você está sob forte pressão diante dos compromissos profissionais, é comum a sensação de falta de ar? O seu coração costuma disparar e você sente até uma certa tontura?

 

Sem querer te assustar muito, apenas o suficiente para você tomar uma atitude rápida, saiba que estes sintomas não são normais. Eles podem representar que você foi alcançado por um dos grandes males da humanidade: o estresse.

 

Para muita gente essa palavrinha virou moda e nem assusta mais. Dizer que está estressada é quase um sinônimo de “estou viva”. Comentar que “essa semana foi estressante” é uma redundância. Mas a situação é mais séria do que parece.

 

O mal maior não está exatamente no estresse, mas nas consequências dele. Uma infinidade de doenças muito perigosas decorre dele e algumas delas podem até deixar sequelas para o resto da sua vida.

 

Portanto, pare de achar que o estresse é normal e comece a fazer alguma coisa por você agora mesmo. Especialmente se junto com a falta de ar, a vertigem e a palpitação estiverem presentes também uma dormência nas mãos ou braços e uma leve tremedeira.

 

A primeira providência é procurar um médico e fazer um check up. Um especialista pode identificar a exata dimensão do seu desgaste físico e mental para indicar o tratamento mais indicado. Em alguns casos, alguns remédios serão necessários como primeira dose de combate a um estágio avançado de estresse.

 

Além disso, você deve abandonar o sedentarismo e praticar algum tipo de esporte regularmente. Não importa o que você vai fazer, desde que faça. Escolha a modalidade que mais lhe agrada, podendo ser dentro de uma academia ou ao ar livre, na quadra de futebol ou em um salão de danças.

 

É preciso mexer o corpo, tanto quanto movimentar a mente com atividades culturais, artísticas e de lazer. Relaxe o cérebro ocupando sua massa cinzenta com leituras leves, filmes interessantes, trabalhos manuais, jogos e brincadeiras.

 

Lembre-se, também, que ficar no trabalho muito mais do que oito horas por dia não significa que você seja o funcionário mais eficiente da empresa. Às vezes pode representar o inverso: você administra mal seu tempo e tornou-se proporcionalmente pouco produtivo.

 

Portanto, concentre-se de corpo e alma na sua jornada de trabalho para que, ao final dela, você possa se dedicar a todos os demais lados da sua vida que são muito importantes: família, amigos e sua individualidade.

 

Essa é uma decisão muito simples que está em suas mãos e de fácil implementação, quando comparada com as dificuldades que você terá para enfrentar doenças como a depressão, síndrome do pânico, ansiedade e outras ainda mais devastadoras.

Autor brasileiro ganha pela 1ª vez prêmio internacional de inovação no ensino da língua inglesa

 

Na última semana, a Richmond - selo de idiomas do Grupo Santillana - conquistou o prêmio ELTons, na categoria “Inovação em materiais didáticos para ensino do idioma inglês como língua estrangeira” com Students for Peace. Idealizada pelo autor brasileiro Eduardo Amos, a coleção foi reconhecida pelo British Council como uma das melhores iniciativas para ensino e aprendizado da língua inglesa. Em cerimônia realizada em Londres, o autor e a diretora editorial da Richmond no Brasil, Sandra Possas, receberam o prêmio e celebraram por serem os primeiros brasileiros a receber tal prêmio. “Além de ser a primeira vez que uma coleção produzida e editada no Brasil ganha o ELTons, essa premiação é um reconhecimento de que a Educação para a Paz é necessária para o mundo todo”, afirma Eduardo Amos.

 

Idealizada para as necessidades do mercado brasileiro, a coleção Students for Peace é voltada para alunos do Ensino Fundamental 2 e tem como tema transversal o conceito de Educação para a Paz. Com uma proposta de formação integral do aluno por meio de temáticas importantes em diferentes aspectos de sua vida dentro e fora da escola, a coleção é composta por materiais impressos e digitais, além de uma plataforma interativa exclusiva na qual alunos e professores postam trabalhos realizados em suas escolas, comentários e notícias relevantes aos temas desenvolvidos em sala.

 

Sobre o Autor

Eduardo Amos nasceu em Rio Claro, SP em 1952. Estudou na Escola de Comunicações e Artes da USP e na Faculdade de Educação da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Foi professor de Ensino Fundamental e Médio tanto na capital do estado como no interior. É membro do GEEPAZ – Grupo de Estudos para Educação para a Paz e Tolerância do Laboratório de Psicologia Genética da UNICAMP. Em co-autoria com Elisabeth Prescher e Ernesto Pasqualin publicou Graded English, Our Way, Challenge e mais de 30 livros paradidáticos. Students for Peace é sua primeira obra individual.

 

Sobre a Richmond

Fundada em Londres, em 1992, a Richmond está presente em mais de vinte países da Europa e das Américas. Seu objetivo é produzir e editar materiais destinados ao ensino da Língua Inglesa e, principalmente, oferecer soluções para professores de todos os países nos quais atua, respeitando a singularidade de cada um. A Richmond faz parte do Grupo Santillana, principal referência no mercado de educação básica e literatura em países ibero-americanos.

 

Contatos para a imprensa

Weber Shandwick Brasil

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Viviane Santa Cruz - vsantacruz@webershandwick.com - (11) 3027-0220

Dominar outro idioma traz o mundo até você

 

Recentemente, o Brasil foi palco de alguns dos maiores eventos esportivos do mundo: Copa das Confederações, Copa do Mundo de Futebol, Jogos Olímpicos, Jogos Paralímpicos, além de sediar regularmente uma etapa da corrida de Fórmula 1. Em todos eles o fluxo de turistas estrangeiros é enorme e favorece o encontro entre culturas, desde que o seu domínio de outras línguas permita esta interação.

 

Você sabia que o português está entre os dez idiomas mais falados no mundo? Ele ocupa a oitava colocação, com 250 milhões de falantes nativos da língua, incluindo o Brasil e países como Portugal, Angola, Moçambique entre outros.

 

O lado desfavorável desta curiosidade é que o português não é a língua oficial dos negócios, nem está entre as mais importantes. Sem dúvida alguma o inglês, que é falado por 730 milhões de habitantes de países que o utilizam como língua oficial, ocupa o primeiro lugar em importância internacional, apesar do mandarim ser utilizado por 1,3 bilhão de pessoas.

 

A conclusão imediata que se chega diante deste cenário é que o aprendizado de uma segunda língua, para os brasileiros, é mais do que uma alternativa. Tornou-se uma exigência do mercado. E o inglês deve ser a prioridade.

 

Talvez você esteja pensando: “mas eu trabalho em uma empresa nacional. Para que eu preciso falar outro idioma?”. Existem muitos motivos para isso, tanto profissionais, quanto pessoais.

 

Uma boa razão é que você não pode saber até quando ficará no seu emprego atual e, caso venha a sair, falar outros idiomas representará um diferencial muito grande no seu currículo. Uma pesquisa recente mostrou que, em média, o salário de um profissional com fluência na língua inglesa pode ser até 61% maior. A mesma situação para o espanhol pode representar aumento de 38% a 54% no salário.

 

Além disso, praticamente todos os manuais e apostilas de softwares e hardwares utilizados pela empresa são produzidos em inglês. Sendo fluente no idioma, você poderá absorver todas as informações rapidamente, sem necessidade de aguardar a ajuda de algum colega que possa explicar o significado das palavras e o sentido das frases.

 

Do ponto de vista pessoal, você também tem muito a ganhar estudando uma segunda língua. A primeira vantagem é poder se comunicar com o mundo diretamente, sem intermediários, quer seja pelas mídias sociais, ou pessoalmente durante as suas viagens ao exterior.

 

O seu cérebro é exercitado e torna sua memória mais efetiva, ampliando a proteção contra a incidência de algumas doenças, especialmente o Alzheimer, de acordo com pesquisas comprovadas pelo Centro Público de Luxemburgo.

 

A capacidade de concentração também melhora muito, conforme estudos da Universidade de Northwestern, nos EUA, que mostraram que “pessoas bilíngues têm a capacidade de se focar melhor em ambientes agitados e barulhentos, porque têm fortalecidas as áreas do cérebro que são usadas para perceber e diferenciar sons e ruídos”.

 

Você já deve ter percebido que não faltam razões para você dedicar uma parte da sua agenda para aprender novos idiomas ou aperfeiçoar os que você já fala. Você vai desfrutar de benefícios imediatos, como cantar uma música sabendo o que a letra quer dizer, e vantagens a médio prazo, com a ampliação da sua empregabilidade e, quem sabe, do seu salário.

 

Good Luck!

Suerte!

Bon courage!