Discussão política no ambiente de trabalho

 

 

O ambiente corporativo é formado por diversos tipos de profissionais, com características únicas e opiniões divergentes. Diante do cenário do país, em que se evidencia a todo momento o assunto relacionado à política, os debates têm sido uma realidade e chegado aos departamentos dividindo opiniões. Mas surge uma questão: Será, o ambiente de trabalho, um local adequado para discutir o assunto?

 

Com o convívio diário e as novidades expostas nas redes sociais ou portais de notícia, é natural o tema vir à tona, mas, de acordo com alguns profissionais de etiqueta corporativa, o ideal é evitar discussões acaloradas. Isso porque é possível se deparar com opiniões contrárias, inclusive do próprio gestor. O importante é manter a educação e o respeito à opinião dos demais. Caso contrário, a imagem do colaborador pode ficar prejudicada no ambiente de trabalho.

 

Assim como manter uma opinião intransigente pode atrapalhar, o profissional que não se expressa pode ser visto como pessoa alienada ou sem assertividade. Nessas horas, o melhor é agir com bom-senso e, se não quiser se envolver, apenas revele o seu conhecimento sobre o assunto e seja abrangente.

 

Para preservar a boa imagem profissional, confira algumas dicas de como lidar com conflitos ideológicos:

 

  • Antes de tudo - Aprenda a conviver com as diferenças, cultivando o respeito.
  • Durante a discussão - Ouça uma opinião diferente, mas não tente convencer os outros quanto à sua posição. Da mesma forma que você não precisa se deixar convencer.
  • Seja profissional - Saiba separar a opinião política do seu colega e as tarefas. Evite que as questões ideológicas afetem as atividades internas dificultando o trabalho.

Convenção Santillana Brasil

 

Comprometida com a educação no país, a Santillana Brasil mais uma vez participa do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), iniciativa do governo federal que objetiva distribuir livros didáticos aos estudantes das escolas públicas brasileiras. O projeto, de grandes dimensões, mobiliza diversos departamentos e profissionais, com o compromisso de produzir e divulgar materiais didáticos de qualidade. Para que isso seja possível, a companhia promoveu uma Convenção Nacional de Vendas, idealizada para motivar e engajar toda a equipe comercial na campanha PNLD 2017.

 

Batizado de Olimpíadas PNLD - A Luta pelo Ouro, o evento reuniu todos os 330 profissionais de sua força de vendas num encontro comercial em Embu das Artes, São Paulo, para que, durante três dias, recebessem as orientações necessárias para visitar escolas e os órgãos públicos envolvidos na escolha do livro didático. De acordo com Ivan Aguirra Izar, gerente de Marketing e Comunicação da Editora Moderna, o encontro é o estopim para o lançamento da campanha. “Nesses dias, promovemos atividades para que a equipe compreenda a importância estratégica da campanha e, fundamentalmente, receba informações comerciais de forma uniforme e estruturada para garantir efetividade em cada visita. O profissional sai da convenção com objetivos claros para cada visita e ferramentas adequadas para sua execução”, enfatiza.

 

E para engajá-la ainda mais, a equipe contou com a participação especial de Giovane Gávio, atleta renomado do esporte mundial, bicampeão olímpico no vôlei, que compartilhou sua experiência de vida, revelando conceitos importantes de motivação, para desenvolver atitudes de campeão, superar e atingir a excelência nos resultados.

 

Ao final dos três dias de intensa programação, os colaboradores conheceram as estratégias da empresa para o PNLD 2017, os produtos inscritos e foram treinados para auxiliar as escolas em suas necessidades. Entusiasmado, Ivan reafirma o compromisso da empresa em contribuir com a melhoria da educação pública. “Temos como missão levar materiais didáticos e soluções pedagógicas eficientes, práticas e acessíveis, para otimizar a rotina de trabalho do professor e promover a inclusão social e o protagonismo dos alunos no meio em que vivem. Esperamos manter nossa posição de liderança reconhecida no meio educacional, com livros didáticos da Moderna nas mãos de estudantes de todo o Brasil”, encerra.

Conheça o método PDCA

 

O dia a dia dos profissionais envolve uma série de decisões, muitas delas tomadas sem a devida atenção, de maneira automática. Mesmo as tarefas mais simples e básicas precisam ser analisadas e planejadas, isso porque qualquer dificuldade em resolvê-las pode torná-las complexas, atrasando ainda mais a sua entrega. Nesse sentido, o método PDCA (Plan-Do-Check-Act) é uma maneira prática de facilitar as tomadas de decisão nos âmbitos pessoal e profissional. A sigla tem origem nos termos em inglês para “planejar, executar, checar e corrigir”, traduzindo-se em um método interativo de gestão de quatro passos utilizado para implementar, controlar e melhorar processos e produtos nas empresas.

 

Em qualquer organização de tarefas, a primeira etapa, a do planejamento, muitas vezes, é a mais negligenciada. Com as diversas atividades diárias e prazos curtos para executá-los, o planejamento vira mero detalhe, o que pode atrasar e produzir retrabalho. Depois da fase inicial, vem outro desafio: colocar em prática o plano de execução e produzir.

 

Após essas etapas, deve-se checar o que foi feito. Isso porque a mensuração é essencial para auxiliar a visualização das tarefas, por meio de indicadores ou dados, e notar se as etapas anteriores foram efetivas. Por fim, a correção completa o ciclo do método PDCA.

 

A ferramenta de gestão tem sido difundida e aplicada no mundo corporativo, com ótimos resultados. Medir, portanto, torna-se eficaz para saber onde, quando e como aquela determinada etapa deve ser corrigida. Muitos gestores obtiveram ótimas ideias ao rever todas as etapas que estão habituados a fazer no automático e, a partir daí, melhorar e aprimorar os processos de gestão.

Autossabotagem

 

Sem perceber, muitos profissionais, por medo dos riscos ou das responsabilidades, acabam perdendo oportunidades. Traduzidos como autossabotagem, esses comportamentos são características de pessoas que não conseguem acreditar que terão sucesso, pois se julgam não ser merecedoras ou subestimam a própria capacidade de lidar com a vitória. Essas pequenas atitudes vão minando o crescimento do profissional que, quando percebe, já está estagnado e desmotivado.

 

Boa parte dos profissionais mantém atitudes arraigadas que se apresentam das formas mais simples. Por exemplo, surge um convite para participar de uma reunião com a diretoria para apresentar uma ideia, mas, sem perceber, o colaborador acaba apresentando algum mal-estar e, por isso, deixa de participar. Com esse comportamento, ele acabou se sabotando, talvez, por medo de fracassar, ou mesmo pelo temor perante as responsabilidades futuras.

 

Naturalmente, as pessoas buscam a felicidade, mas muitas precisam de coragem para viver, o que significa correr riscos e assumir responsabilidades. Muitas vezes, os profissionais estão se autossabotando, justamente pelo fato de não reconhecerem suas potencialidades e, assim, perdem oportunidades.

 

Existem alguns caminhos para mudar e o primeiro passo é reconhecer esses pontos de mudança. Para isso, um processo de coaching pode ser incentivador. Há também dicas para autoavaliar-se e ir em busca do sucesso. Confira:

 

  • 1º passo – Identifique quais são os seus tipos de autossabotagem. Em geral, se apresentam em quatro atitudes: procrastinação, crenças limitantes, medo do fracasso e medo do sucesso.

 

  • 2º passo – Viva o presente e se esqueça do passado. Use os fatos anteriores como uma espécie de feedback, mas não se prenda a eles. Crie uma nova identidade baseada no seu momento atual.

 

  • 3º passo – Veja a situação de outra maneira. Mude a forma de ver os problemas; aposte em cursos, livros, palestras.

 

  • 4º passo – Trace uma estratégia e defina o objetivo para que possa construí-la. Em seguida, trace o plano de ação. É preciso ter um propósito que o inspire e faça entrar em ação.

 

  • 5º passo – Avalie os resultados. A partir desses passos, avalie as decisões que geraram boas ações e as que não foram tão boas. E, principalmente, não desanime e mantenha o esforço. 

H1N1

 

Ainda mobilizados com a ameaça das doenças causadas pelo Aedes Aegypti, a população passou a enfrentar uma nova epidemia: a H1N1. Causada pelo vírus Influenza, a doença ficou conhecida em 2009, por ter sido detectada no México. Disseminada rapidamente, gerou, na época, uma pandemia mundial, chamada de gripe suína.

 

No Brasil, novos casos de vítimas da doença foram confirmados, provocando intensa mobilização da sociedade em busca da vacinação. Isso porque, de acordo com o Boletim Epidemiológico de Influenza do Ministério da Saúde, o país, até o final do mês de março, apresentou 71 casos de morte por H1N1, em 2016, com o registro de 36 mortes em 2015.

 

Por ser mais agressivo, podendo levar à morte, muitas pessoas estão recorrendo à vacinação como forma de prevenir-se. Mas antes de gerar pânico, a informação é o principal caminho, pois a gripe causada pelo vírus H1N1 possui os mesmos sintomas de uma gripe normal, porém com mais intensidade. Em geral, as pessoas apresentam febre alta, tosse, dor muscular, dor de cabeça e garganta, coriza e irritação nos olhos e ouvidos. E o mesmo vale para sua forma de contágio, que ocorre através da inalação de secreções que podem estar em superfícies infectadas, como mesas, maçanetas ou talheres.

 

E como forma de conscientizar seus colaboradores, a Santillana Brasil têm investido em campanhas internas e colocado à disposição um canal exclusivo (Dr. AON) para tirar dúvidas e obter orientações diretamente com os médicos.

 

Além da proteção da vacina, existem outras dicas de prevenção que podem fazer a diferença e ajudar a manter a doença longe. Confira:

 

  • Lave sempre as mãos com água e sabão e evite levá-las ao rosto e, principalmente, à boca.
  • Leve um frasco com álcool-gel para garantir que as mãos estejam sempre limpas.
  • Mantenha hábitos saudáveis. Alimente-se bem e coma bastante verdura e frutas. Beba muita água.
  • Não compartilhe utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros.
  • Evite frequentar locais fechados ou com muitas pessoas.

Antes de procurar a vacina contra a gripe H1N1, converse com seu médico e avalie se é necessário tomá-la.