Dia das mães

 

Para cada mulher há um significado em ser mãe, e para a coordenadora de Produção Industrial da Santillana Brasil, Gisely Iácono Piscochi, o ato pode ser traduzido como coragem, desprendimento, eterno aprendizado e imenso amor. Isso porque, para realizar o seu sonho de ser mãe, ela precisou passar por muitos obstáculos e algumas frustações. “Tive um pouco de dificuldade para engravidar e isso me fez acreditar que não conseguiria. Como última tentativa, optei por um tratamento de estimulação, que durou três anos até o resultado positivo”.

 

Após enfrentar alguns desafios, Gisely teve a alegria de ficar grávida, mas nem tudo foi fácil. “Enquanto todos vibravam com a gravidez gemelar eu sabia que era uma situação de risco. Foram meses tensos, vivendo um dia após o outro. Logo, surgiu a suspeita de um dos bebês com síndrome de Down. Perdemos o chão por um instante e com a suspeita não confirmada, seguimos em frente. Os bebês nasceram, a síndrome de Down se confirmou em um deles e com os bebês nasceu um sentimento que jamais experimentei. A síndrome? Não faz a menor diferença, são meus filhos”, revela, emocionada.

 

Com três meses de vida, Manuela e Rafael são bebês saudáveis e muito amados. Após o nascimento e diante dos desafios, Gisely conta que faria tudo de novo, se fosse necessário. “Toda dificuldade, todo o sofrimento, as decepções, valeram a pena. Tornei-me mãe no momento exato, nem antes nem depois. Inclusive não me vejo sem um bebê Down sob minha responsabilidade. Se eu tivesse a oportunidade de escolher, ia querer ele assim, do mesmo jeitinho”.

 

Sua alegria de ser mãe pode ser traduzida no dia a dia e mesmo enfrentando noites mal dormidas, alimentação desregrada, para ela tudo vale a pena: “Nem nos meus sonhos imaginei viver toda essa felicidade”. Entusiasmada, Gisely deixa um recado para todas as mamães: “Confiem, não cobrem perfeição de si mesma. Nem sempre vamos acertar... Deem sempre o seu melhor e um pequeno gesto ou sorriso de seu filho será imensamente recompensador. É a coisa mais gratificante que uma mulher pode viver. Parabéns para todas”.

 

O exemplo de superação e amor intenso de Gisely é mais um, entre tantos, e demonstra o orgulho da Santillana Brasil em ter colaboradoras tão especiais. Parabéns a todas as mamães!

Salário menor: vale a pena aceitar?

 

Apreensivos em relação ao desemprego, muitos profissionais estão aceitando oportunidades de trabalho fora de suas áreas, e inclusive com exigências e salários menores. Isso porque, diante da atual situação política e econômica do Brasil, o mercado de trabalho tem sofrido, com reflexos nas vagas e no perfil dos candidatos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego cresceu, só nos primeiros três meses de 2016, para 8,5%, considerada a média do ano passado.

 

Como resultado, muitos profissionais, contrariando sua própria vontade, estão se submetendo a oportunidades de trabalho para receber abaixo de sua categoria. De acordo com Sergio Rodrigo de Souza, coordenador de RH da Santillana Brasil, essa decisão deve ser bem avaliada. “Naturalmente, ninguém quer ficar sem trabalhar, mas, por estar muito tempo fora do mercado, o profissional acaba aceitando. O que deve, no entanto, ser avaliado, é se realmente vale a pena reduzir em até 50% o salário que se tinha”. Para ele, a opção pode impactar no momento de buscar nova oportunidade para ganhar o valor habitual.

 

Ainda de acordo com o coordenador de RH, as empresas estão oferecendo oportunidades com salários menores justamente para readequar suas finanças, diante da crise, e desta forma, manter-se ativas. “A companhia, para se manter competitiva, precisa remanejar e se adequar à realidade, o que afeta os salários dos colaboradores. Infelizmente, o profissional é a parte mais fraca e, em momentos de crise, diante do expressivo aumento de desempregados, é natural aceitar valor abaixo de sua categoria”, enfatiza.

 

O tema é árido e envolve diversas questões relacionadas às finanças, projetos de vida e, inclusive, de saúde. Mas cada pessoa deve avaliar suas necessidades e objetivos de vida, e caso seja preciso aceitar emprego com salário menor, Sergio endossa a escolha. “O profissional deve seguir o valor de referência de sua categoria, e pode aceitar uma redução de 10% a 20% do salário e voltar ao mercado”.

 

Há uma frase dita por Lenin, líder da revolução russa, que ilustra bem a situação e revela a importância de ceder para conquistar e, assim, progredir: “Um passo atrás para dar dois à frente”

Você já ouviu falar de Team Building?

 

 

No cenário econômico atual, a palavra do momento nas empresas passou a ser a produtividade. Isso porque o trabalho tem exigido bastante dos profissionais, com avaliações constantes e estabelecimento de metas e objetivos, com a finalidade de elevar a produção da empresa, bem como da equipe.

 

Mas, para que uma equipe, de fato, seja produtiva, precisa contar com alguns elementos motivacionais que potencializem o fator humano. Trata-se do Team Building, termo originado do inglês com o significado literal de “construção de equipes”. Esse modelo de treinamento tem ganhado força nas corporações, por ir além das simples atividades motivacionais, e apostar em outros pontos fundamentais, como autoconhecimento, autoconfiança, superação e entrosamento com os parceiros de trabalho.

 

Em geral, as equipes são reunidas fora do local de trabalho, e muitas vezes com atividades ao ar livre. Nesses encontros, os profissionais têm a oportunidade de desenvolver o conhecimento profissional e a relação social com os demais membros da organização, por meio de dinâmicas e vivências.  A essência do Team Building são as atividades lúdicas, que estimulam as relações interpessoais, o comprometimento,  tornando-se diferenciais para se atingir os objetivos.

 

Colaboradores da Santillana Brasil desenvolvem atividades em equipe como parte do seu treinamento para líderes

 

Alinhada à nova tendência, a Santillana Brasil tem oferecido esse tipo de treinamento para um grupo de 98 líderes, como parte do seu programa de capacitação e desenvolvimento dos gestores – Academia de Líderes. Em encontros mensais que unem a teoria à prática, os líderes da companhia, entre outras conquistas, estão sendo estimulados para desenvolver seus valores e competências. 

Desvendando o absenteísmo

 

Definido pela ausência do colaborador no trabalho, o absenteísmo pode ter causas mais profundas do que se imagina e danos importantes para a companhia. Traduzido em diversas razões, como doenças, problemas com o transporte, motivos familiares, desmotivação, essa é uma prática recorrente e que merece atenção dos gestores e do próprio profissional.

 

Começa com uma simples falta, depois mais duas na semana, e, quando percebe, o profissional já está sem vir na empresa por dias seguidos. Muitas vezes, o colaborador age por impulso e não avalia o dano que está causando para a equipe, bem como para a empresa. Pela falta de inteligência emocional, por não saber lidar com certos conflitos, acaba criando motivos para atrasos e, consequentemente, deixa de produzir. Alguns utilizam a estratégia como forma de pressão para o gestor, outros agem sem pensar. Por isso, é necessário avaliar o seu momento e verificar qual o caminho a seguir. Saber o que te move pode ser um passo inicial para a mudança.

 

Do lado do gestor, é o momento de avaliar as causas das ausências. Para isso, o líder deve estudar os possíveis motivos para entendê-los e evitar que o absenteísmo se torne rotina entre seus colaboradores. Chamar para uma conversa é o primeiro passo, e outras práticas também podem repercutir positivamente, como estar mais próximo do profissional faltante; mostrar que a empresa se preocupa com o bem-estar dele; oferecer feedbacks; valorizar seus pontos positivos, mostrando a sua importância para a empresa.

Dia nacional do livro infantil

 

“Um livro pode significar muito, na vida das pessoas. A emoção, o estímulo para sonhar, a empatia para com os sentimentos dos outros...”. Entusiasmada, Ruth Rocha, escritora com quase 50 anos dedicados à literatura infantil, sintetiza a importância de celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado ontem, 18 de abril. Para ela, mais do que aproximar as crianças dos livros, é preciso oferecer leituras de qualidade, assim como aquelas escritas por Monteiro Lobato, que foi um persistente defensor de uma literatura inteligente, bem-humorada, criada especialmente para o universo infantil.  “A literatura, seja ela oral ou escrita, fazia parte de minha vida naturalmente, era algo muito familiar para mim, e é assim que os livros deveriam entrar na vida de todas as crianças: com alegria, emoção e afeto”, revela.

 

E endossando a importância do livro infantil para a formação das crianças, a gerente editorial de literatura da Santillana Brasil, Lisabeth Bansi, afirma: “O Dia Nacional do Livro Infantil tem como primeira motivação levantar uma bandeira e mostrar a todos que sem leitura não há cultura, não há história, não se fazem mudanças, não se abre a mente para o novo. Todos os dias deveriam ser ‘dias de livros’. Não podemos deixar nossas crianças se esquecerem disso”.

 

A prova são os livros de Ruth Rocha, que despertam o prazer da leitura nas crianças, por meio de publicações lúdicas e personagens cativantes. Desde 2009, a Editora Salamandra detém exclusividade sobre a obra literária da autora, oferecendo livros que contribuem para o conhecimento. Lisabeth reitera o compromisso da Editora: “Nossa função, como editores e educadores, é formar jovens para a vida e para o mundo. E uma leitura de qualidade é imprescindível para se chegar lá”.

 

Na avaliação da gerente editorial da Santillana Brasil, Lenice Bueno, o contato com histórias, desde o início da vida, desenvolve a imaginação, linguagem, auto-expressão,  empatia, tornando-os mais humanos e sensíveis. Responsável pela publicação dos mais variados títulos com o selo Salamandra, Lenice revela a preocupação da editora com o gênero infantil. “Buscamos associar qualidade editorial com produtos que as crianças, os pais e professores queiram ler. Procuramos trabalhar sempre com autores e ilustradores de qualidade, com livros que estimulem a imaginação. É sempre uma grande alegria ver uma criança folheando ou lendo com interesse um livro que você escolheu, editou, acompanhou desde o original e ajudou a divulgar e vender.”

 

E parafraseando Monteiro Lobato, que certa vez disse que queria escrever livros onde as crianças quisessem “morar”, Ruth Rocha finaliza: “’Morar’ no universo criado por um escritor, é uma experiência inesquecível. É preciso proporcionar a todas as crianças essa oportunidade”