Conheça o método PDCA

 

O dia a dia dos profissionais envolve uma série de decisões, muitas delas tomadas sem a devida atenção, de maneira automática. Mesmo as tarefas mais simples e básicas precisam ser analisadas e planejadas, isso porque qualquer dificuldade em resolvê-las pode torná-las complexas, atrasando ainda mais a sua entrega. Nesse sentido, o método PDCA (Plan-Do-Check-Act) é uma maneira prática de facilitar as tomadas de decisão nos âmbitos pessoal e profissional. A sigla tem origem nos termos em inglês para “planejar, executar, checar e corrigir”, traduzindo-se em um método interativo de gestão de quatro passos utilizado para implementar, controlar e melhorar processos e produtos nas empresas.

 

Em qualquer organização de tarefas, a primeira etapa, a do planejamento, muitas vezes, é a mais negligenciada. Com as diversas atividades diárias e prazos curtos para executá-los, o planejamento vira mero detalhe, o que pode atrasar e produzir retrabalho. Depois da fase inicial, vem outro desafio: colocar em prática o plano de execução e produzir.

 

Após essas etapas, deve-se checar o que foi feito. Isso porque a mensuração é essencial para auxiliar a visualização das tarefas, por meio de indicadores ou dados, e notar se as etapas anteriores foram efetivas. Por fim, a correção completa o ciclo do método PDCA.

 

A ferramenta de gestão tem sido difundida e aplicada no mundo corporativo, com ótimos resultados. Medir, portanto, torna-se eficaz para saber onde, quando e como aquela determinada etapa deve ser corrigida. Muitos gestores obtiveram ótimas ideias ao rever todas as etapas que estão habituados a fazer no automático e, a partir daí, melhorar e aprimorar os processos de gestão.

Autossabotagem

 

Sem perceber, muitos profissionais, por medo dos riscos ou das responsabilidades, acabam perdendo oportunidades. Traduzidos como autossabotagem, esses comportamentos são características de pessoas que não conseguem acreditar que terão sucesso, pois se julgam não ser merecedoras ou subestimam a própria capacidade de lidar com a vitória. Essas pequenas atitudes vão minando o crescimento do profissional que, quando percebe, já está estagnado e desmotivado.

 

Boa parte dos profissionais mantém atitudes arraigadas que se apresentam das formas mais simples. Por exemplo, surge um convite para participar de uma reunião com a diretoria para apresentar uma ideia, mas, sem perceber, o colaborador acaba apresentando algum mal-estar e, por isso, deixa de participar. Com esse comportamento, ele acabou se sabotando, talvez, por medo de fracassar, ou mesmo pelo temor perante as responsabilidades futuras.

 

Naturalmente, as pessoas buscam a felicidade, mas muitas precisam de coragem para viver, o que significa correr riscos e assumir responsabilidades. Muitas vezes, os profissionais estão se autossabotando, justamente pelo fato de não reconhecerem suas potencialidades e, assim, perdem oportunidades.

 

Existem alguns caminhos para mudar e o primeiro passo é reconhecer esses pontos de mudança. Para isso, um processo de coaching pode ser incentivador. Há também dicas para autoavaliar-se e ir em busca do sucesso. Confira:

 

  • 1º passo – Identifique quais são os seus tipos de autossabotagem. Em geral, se apresentam em quatro atitudes: procrastinação, crenças limitantes, medo do fracasso e medo do sucesso.

 

  • 2º passo – Viva o presente e se esqueça do passado. Use os fatos anteriores como uma espécie de feedback, mas não se prenda a eles. Crie uma nova identidade baseada no seu momento atual.

 

  • 3º passo – Veja a situação de outra maneira. Mude a forma de ver os problemas; aposte em cursos, livros, palestras.

 

  • 4º passo – Trace uma estratégia e defina o objetivo para que possa construí-la. Em seguida, trace o plano de ação. É preciso ter um propósito que o inspire e faça entrar em ação.

 

  • 5º passo – Avalie os resultados. A partir desses passos, avalie as decisões que geraram boas ações e as que não foram tão boas. E, principalmente, não desanime e mantenha o esforço. 

H1N1

 

Ainda mobilizados com a ameaça das doenças causadas pelo Aedes Aegypti, a população passou a enfrentar uma nova epidemia: a H1N1. Causada pelo vírus Influenza, a doença ficou conhecida em 2009, por ter sido detectada no México. Disseminada rapidamente, gerou, na época, uma pandemia mundial, chamada de gripe suína.

 

No Brasil, novos casos de vítimas da doença foram confirmados, provocando intensa mobilização da sociedade em busca da vacinação. Isso porque, de acordo com o Boletim Epidemiológico de Influenza do Ministério da Saúde, o país, até o final do mês de março, apresentou 71 casos de morte por H1N1, em 2016, com o registro de 36 mortes em 2015.

 

Por ser mais agressivo, podendo levar à morte, muitas pessoas estão recorrendo à vacinação como forma de prevenir-se. Mas antes de gerar pânico, a informação é o principal caminho, pois a gripe causada pelo vírus H1N1 possui os mesmos sintomas de uma gripe normal, porém com mais intensidade. Em geral, as pessoas apresentam febre alta, tosse, dor muscular, dor de cabeça e garganta, coriza e irritação nos olhos e ouvidos. E o mesmo vale para sua forma de contágio, que ocorre através da inalação de secreções que podem estar em superfícies infectadas, como mesas, maçanetas ou talheres.

 

E como forma de conscientizar seus colaboradores, a Santillana Brasil têm investido em campanhas internas e colocado à disposição um canal exclusivo (Dr. AON) para tirar dúvidas e obter orientações diretamente com os médicos.

 

Além da proteção da vacina, existem outras dicas de prevenção que podem fazer a diferença e ajudar a manter a doença longe. Confira:

 

  • Lave sempre as mãos com água e sabão e evite levá-las ao rosto e, principalmente, à boca.
  • Leve um frasco com álcool-gel para garantir que as mãos estejam sempre limpas.
  • Mantenha hábitos saudáveis. Alimente-se bem e coma bastante verdura e frutas. Beba muita água.
  • Não compartilhe utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros.
  • Evite frequentar locais fechados ou com muitas pessoas.

Antes de procurar a vacina contra a gripe H1N1, converse com seu médico e avalie se é necessário tomá-la. 

Dia das mães

 

Para cada mulher há um significado em ser mãe, e para a coordenadora de Produção Industrial da Santillana Brasil, Gisely Iácono Piscochi, o ato pode ser traduzido como coragem, desprendimento, eterno aprendizado e imenso amor. Isso porque, para realizar o seu sonho de ser mãe, ela precisou passar por muitos obstáculos e algumas frustações. “Tive um pouco de dificuldade para engravidar e isso me fez acreditar que não conseguiria. Como última tentativa, optei por um tratamento de estimulação, que durou três anos até o resultado positivo”.

 

Após enfrentar alguns desafios, Gisely teve a alegria de ficar grávida, mas nem tudo foi fácil. “Enquanto todos vibravam com a gravidez gemelar eu sabia que era uma situação de risco. Foram meses tensos, vivendo um dia após o outro. Logo, surgiu a suspeita de um dos bebês com síndrome de Down. Perdemos o chão por um instante e com a suspeita não confirmada, seguimos em frente. Os bebês nasceram, a síndrome de Down se confirmou em um deles e com os bebês nasceu um sentimento que jamais experimentei. A síndrome? Não faz a menor diferença, são meus filhos”, revela, emocionada.

 

Com três meses de vida, Manuela e Rafael são bebês saudáveis e muito amados. Após o nascimento e diante dos desafios, Gisely conta que faria tudo de novo, se fosse necessário. “Toda dificuldade, todo o sofrimento, as decepções, valeram a pena. Tornei-me mãe no momento exato, nem antes nem depois. Inclusive não me vejo sem um bebê Down sob minha responsabilidade. Se eu tivesse a oportunidade de escolher, ia querer ele assim, do mesmo jeitinho”.

 

Sua alegria de ser mãe pode ser traduzida no dia a dia e mesmo enfrentando noites mal dormidas, alimentação desregrada, para ela tudo vale a pena: “Nem nos meus sonhos imaginei viver toda essa felicidade”. Entusiasmada, Gisely deixa um recado para todas as mamães: “Confiem, não cobrem perfeição de si mesma. Nem sempre vamos acertar... Deem sempre o seu melhor e um pequeno gesto ou sorriso de seu filho será imensamente recompensador. É a coisa mais gratificante que uma mulher pode viver. Parabéns para todas”.

 

O exemplo de superação e amor intenso de Gisely é mais um, entre tantos, e demonstra o orgulho da Santillana Brasil em ter colaboradoras tão especiais. Parabéns a todas as mamães!

Salário menor: vale a pena aceitar?

 

Apreensivos em relação ao desemprego, muitos profissionais estão aceitando oportunidades de trabalho fora de suas áreas, e inclusive com exigências e salários menores. Isso porque, diante da atual situação política e econômica do Brasil, o mercado de trabalho tem sofrido, com reflexos nas vagas e no perfil dos candidatos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego cresceu, só nos primeiros três meses de 2016, para 8,5%, considerada a média do ano passado.

 

Como resultado, muitos profissionais, contrariando sua própria vontade, estão se submetendo a oportunidades de trabalho para receber abaixo de sua categoria. De acordo com Sergio Rodrigo de Souza, coordenador de RH da Santillana Brasil, essa decisão deve ser bem avaliada. “Naturalmente, ninguém quer ficar sem trabalhar, mas, por estar muito tempo fora do mercado, o profissional acaba aceitando. O que deve, no entanto, ser avaliado, é se realmente vale a pena reduzir em até 50% o salário que se tinha”. Para ele, a opção pode impactar no momento de buscar nova oportunidade para ganhar o valor habitual.

 

Ainda de acordo com o coordenador de RH, as empresas estão oferecendo oportunidades com salários menores justamente para readequar suas finanças, diante da crise, e desta forma, manter-se ativas. “A companhia, para se manter competitiva, precisa remanejar e se adequar à realidade, o que afeta os salários dos colaboradores. Infelizmente, o profissional é a parte mais fraca e, em momentos de crise, diante do expressivo aumento de desempregados, é natural aceitar valor abaixo de sua categoria”, enfatiza.

 

O tema é árido e envolve diversas questões relacionadas às finanças, projetos de vida e, inclusive, de saúde. Mas cada pessoa deve avaliar suas necessidades e objetivos de vida, e caso seja preciso aceitar emprego com salário menor, Sergio endossa a escolha. “O profissional deve seguir o valor de referência de sua categoria, e pode aceitar uma redução de 10% a 20% do salário e voltar ao mercado”.

 

Há uma frase dita por Lenin, líder da revolução russa, que ilustra bem a situação e revela a importância de ceder para conquistar e, assim, progredir: “Um passo atrás para dar dois à frente”