Você já ouviu falar de Team Building?

 

 

No cenário econômico atual, a palavra do momento nas empresas passou a ser a produtividade. Isso porque o trabalho tem exigido bastante dos profissionais, com avaliações constantes e estabelecimento de metas e objetivos, com a finalidade de elevar a produção da empresa, bem como da equipe.

 

Mas, para que uma equipe, de fato, seja produtiva, precisa contar com alguns elementos motivacionais que potencializem o fator humano. Trata-se do Team Building, termo originado do inglês com o significado literal de “construção de equipes”. Esse modelo de treinamento tem ganhado força nas corporações, por ir além das simples atividades motivacionais, e apostar em outros pontos fundamentais, como autoconhecimento, autoconfiança, superação e entrosamento com os parceiros de trabalho.

 

Em geral, as equipes são reunidas fora do local de trabalho, e muitas vezes com atividades ao ar livre. Nesses encontros, os profissionais têm a oportunidade de desenvolver o conhecimento profissional e a relação social com os demais membros da organização, por meio de dinâmicas e vivências.  A essência do Team Building são as atividades lúdicas, que estimulam as relações interpessoais, o comprometimento,  tornando-se diferenciais para se atingir os objetivos.

 

Colaboradores da Santillana Brasil desenvolvem atividades em equipe como parte do seu treinamento para líderes

 

Alinhada à nova tendência, a Santillana Brasil tem oferecido esse tipo de treinamento para um grupo de 98 líderes, como parte do seu programa de capacitação e desenvolvimento dos gestores – Academia de Líderes. Em encontros mensais que unem a teoria à prática, os líderes da companhia, entre outras conquistas, estão sendo estimulados para desenvolver seus valores e competências. 

Desvendando o absenteísmo

 

Definido pela ausência do colaborador no trabalho, o absenteísmo pode ter causas mais profundas do que se imagina e danos importantes para a companhia. Traduzido em diversas razões, como doenças, problemas com o transporte, motivos familiares, desmotivação, essa é uma prática recorrente e que merece atenção dos gestores e do próprio profissional.

 

Começa com uma simples falta, depois mais duas na semana, e, quando percebe, o profissional já está sem vir na empresa por dias seguidos. Muitas vezes, o colaborador age por impulso e não avalia o dano que está causando para a equipe, bem como para a empresa. Pela falta de inteligência emocional, por não saber lidar com certos conflitos, acaba criando motivos para atrasos e, consequentemente, deixa de produzir. Alguns utilizam a estratégia como forma de pressão para o gestor, outros agem sem pensar. Por isso, é necessário avaliar o seu momento e verificar qual o caminho a seguir. Saber o que te move pode ser um passo inicial para a mudança.

 

Do lado do gestor, é o momento de avaliar as causas das ausências. Para isso, o líder deve estudar os possíveis motivos para entendê-los e evitar que o absenteísmo se torne rotina entre seus colaboradores. Chamar para uma conversa é o primeiro passo, e outras práticas também podem repercutir positivamente, como estar mais próximo do profissional faltante; mostrar que a empresa se preocupa com o bem-estar dele; oferecer feedbacks; valorizar seus pontos positivos, mostrando a sua importância para a empresa.

Dia nacional do livro infantil

 

“Um livro pode significar muito, na vida das pessoas. A emoção, o estímulo para sonhar, a empatia para com os sentimentos dos outros...”. Entusiasmada, Ruth Rocha, escritora com quase 50 anos dedicados à literatura infantil, sintetiza a importância de celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado ontem, 18 de abril. Para ela, mais do que aproximar as crianças dos livros, é preciso oferecer leituras de qualidade, assim como aquelas escritas por Monteiro Lobato, que foi um persistente defensor de uma literatura inteligente, bem-humorada, criada especialmente para o universo infantil.  “A literatura, seja ela oral ou escrita, fazia parte de minha vida naturalmente, era algo muito familiar para mim, e é assim que os livros deveriam entrar na vida de todas as crianças: com alegria, emoção e afeto”, revela.

 

E endossando a importância do livro infantil para a formação das crianças, a gerente editorial de literatura da Santillana Brasil, Lisabeth Bansi, afirma: “O Dia Nacional do Livro Infantil tem como primeira motivação levantar uma bandeira e mostrar a todos que sem leitura não há cultura, não há história, não se fazem mudanças, não se abre a mente para o novo. Todos os dias deveriam ser ‘dias de livros’. Não podemos deixar nossas crianças se esquecerem disso”.

 

A prova são os livros de Ruth Rocha, que despertam o prazer da leitura nas crianças, por meio de publicações lúdicas e personagens cativantes. Desde 2009, a Editora Salamandra detém exclusividade sobre a obra literária da autora, oferecendo livros que contribuem para o conhecimento. Lisabeth reitera o compromisso da Editora: “Nossa função, como editores e educadores, é formar jovens para a vida e para o mundo. E uma leitura de qualidade é imprescindível para se chegar lá”.

 

Na avaliação da gerente editorial da Santillana Brasil, Lenice Bueno, o contato com histórias, desde o início da vida, desenvolve a imaginação, linguagem, auto-expressão,  empatia, tornando-os mais humanos e sensíveis. Responsável pela publicação dos mais variados títulos com o selo Salamandra, Lenice revela a preocupação da editora com o gênero infantil. “Buscamos associar qualidade editorial com produtos que as crianças, os pais e professores queiram ler. Procuramos trabalhar sempre com autores e ilustradores de qualidade, com livros que estimulem a imaginação. É sempre uma grande alegria ver uma criança folheando ou lendo com interesse um livro que você escolheu, editou, acompanhou desde o original e ajudou a divulgar e vender.”

 

E parafraseando Monteiro Lobato, que certa vez disse que queria escrever livros onde as crianças quisessem “morar”, Ruth Rocha finaliza: “’Morar’ no universo criado por um escritor, é uma experiência inesquecível. É preciso proporcionar a todas as crianças essa oportunidade”

O poder do feedback

 

O feedback é a mais simples e poderosa ferramenta de gestão, que funciona como um guia para ajudar o profissional a saber como está o seu desempenho. O termo é amplamente conhecido dentro das organizações, mas na maioria das vezes seu poder é negligenciado. Isso porque muitas empresas não reconhecem seus benefícios e acabam por executar o processo de forma desestruturada, assim, seus resultados ficam aquém do desejado.

 

Os autores do livro Obrigado pelo Feedback, Sheila Heen e Douglas Stone, após algumas pesquisas, notaram que mais do que capacitar os gestores para aplicar o feedback, é importante treinar quem o recebe. Para eles, é preciso que os colaboradores sejam preparados para melhor assimilar as sugestões, uma vez que são eles que determinam o que o feedback significa e se vão considerar, ou não,  o que foi dito.

 

Ao encontro dessa afirmação e exemplo de profissional que já foi treinado para receber feedback, é o assistente de Recursos Humanos da Santillana Brasil, Lucas Cavalheiro Marques, que destaca seus benefícios. “A troca de ideias e pontos de vistas diferentes com a minha gestora, me ajudam na resolução de problemas e estimulam o desempenho em novos processos. Cabe a mim ter a humildade de reconhecer as críticas construtivas e trabalhar em cima delas, não deixando de lado os pontos positivos também citados.”

 

Reconhecendo seus benefícios, a Santillana Brasil preocupa-se em capacitar os gestores para oferecerem e receberem o feedback de forma estruturada. Exemplo disso é a coordenadora de Contas a Pagar da Santillana Brasil, Alessandra de Souza do Nascimento, que aplica o instrumento com sua equipe. “Considero uma ferramenta extremamente importante. Acredito que todos ganham: funcionário, gestor e empresa. O feedback individual potencializa o desenvolvimento do funcionário. Nesse momento, por exemplo, podemos abordar processos técnicos e específicos do funcionário que pode estar desempenhando de uma forma menos produtiva simplesmente pelo fato de não conhecer o processo completo. Há também situações comportamentais que podemos abordar e, dessa forma, minimizar atritos com outros funcionários ou áreas. E, por fim, o gestor também agrega mais conhecimento e, inclusive, pode ter um feedback da sua gestão com o funcionário, mesmo que essa não seja a intenção inicial”, enfatiza.

 

Não existe uma regra de como aplicar e receber o feedback, mas, para os colaboradores da Santillana Brasil, alguns pontos importantes devem ser considerados. Confira:

 

  • O gestor deve preparar-se e expor suas ideias com tranquilidade, não deixando questões e gostos pessoais intervirem no momento do feedback.
  • Procurar começar o processo pontuando as qualidades e situações em que o funcionário agiu com assertividade. Em seguida, apresentar os pontos de melhoria e atenção.
  • Evitar fazer julgamentos prévios e avaliar os eventos ocorridos.
  • A partir da identificação dos pontos de melhoria, desenvolver um plano de ação para essa mudança.
  • Desenvolver a autocrítica em relação ao seu desempenho profissional e estar aberto às mudanças podem fazer a diferença no processo.
  • Antes de participar do processo de feedback, descubra qual é a sua forma de lidar com as críticas e elogios, que podem ser de raiva, negação, choro e desinteresse/despreocupação, e se preparar para quando chegar o momento. 

Jargões no ambiente corporativo: use com moderação!

 

No ambiente corporativo, é muito comum os profissionais utilizarem palavras e expressões em e-mails ou mesmo em simples conversas. Conhecidos por jargões, esse tipo de linguagem, que antes ficava restrita às áreas mais técnicas, ganhou força, e hoje é comum em praticamente todos os departamentos.

 

Com a chegada da Internet e das novas gerações, e a introdução de palavras traduzidas do inglês, foram criados novos termos técnicos, e o que antes era apenas uma “reunião para discutir ideias”, hoje ganha destaque o brainstorming nas conversas de departamento. Mas, apesar de facilitarem a vida no trabalho, os jargões devem ser usados com moderação e apenas em situações adequadas.

 

Em contrapartida, o profissional precisa estar antenado com as tendências de mercado, e mesmo que não costume usar jargões, é importante conhecê-los para saber agir em uma reunião, ou mesmo numa entrevista de emprego.

 

Não há uma regra determinada para utilizá-lo, mas bom senso é o primeiro passo. Seu uso pode ser concentrado em contextos adequados, pois se forem utilizados de forma exagerada, ou em momentos desnecessários, o profissional corre o risco de parecer arrogante.

 

A Santillana Brasil quer saber: quais são os jargões que você conhece e mais utiliza no ambiente corporativo?