Muito além da caixa de sugestões

 

Sentir-se parte do negócio e influenciar as decisões, é muitas vezes o desejo de muitos profissionais. Mais do que ser um número, os colaboradores almejam ter suas ideias e projetos aceitos e aplicados na prática. Em algumas empresas, essa prática já é uma realidade, pois apostam em programas de sugestões como forma de incrementar ações e recompensar aqueles que fornecem ideias que gerem resultados para a organização.

 

Mas incorporar esse tipo de atividade exige uma série de questões, que passa pela cultura organizacional, por campanhas de endomarketing, e, naturalmente, pelo interesse genuíno de ouvir as sugestões de seus colaboradores. Para aquelas empresas que já possuem programas semelhantes, os resultados, muitas vezes, vão além do esperado. Entre as vantagens, é possível notar melhora no clima organizacional, colaboradores mais engajados e motivados, além de ideias novas que podem contribuir com a receita da empresa.

 

Se a empresa ainda não possui esse programa, cabe ao profissional se envolver e compartilhar suas ideias, mesmo sem uma estrutura bem definida. Por exemplo, um gestor pode ser o idealizador de uma ideia, que, no primeiro momento, é aplicada apenas em seu departamento. Ou, ainda, um analista que gostaria de implementar ações de voluntariado na empresa, pode utilizar a intranet para encontrar outras pessoas que tenham o mesmo objetivo e queiram ser úteis a uma comunidade.

 

Não há números que comprovem a eficiência desses programas, mas, no geral, as recompensas são traduzidas em reconhecimento, envolvimento dos profissionais e aumento do sentimento de pertencimento dos colaboradores. As oportunidades estão à disposição, e cabe às empresas e aos profissionais saber utilizá-las em sua totalidade. 

Você sabe o que é Meritocracia?

 

A expressão ganhou destaque no dia a dia das empresas, mas, muitas vezes, seu significado é desconhecido por boa parte dos profissionais. Derivada do latim, a palavra meritocracia significa obter, merecer, e está baseada no mérito de colaboradores que atingem os resultados esperados. A meritocracia, portanto, tem sido utilizada em processos de reconhecimento, com o objetivo de valorizar e reter os colaboradores que realmente fazem a diferença nos negócios; garantem os resultados e o crescimento constante da organização.

 

A partir desse valor, empresas e gestores têm adotado o conceito como forma de definir critérios de valorização de seus colaboradores, sem fazer uso das afinidades, ou a partir das temíveis “panelas”, tão comuns no ambiente corporativo. Por isso, o gestor que decide implementar a meritocracia em sua empresa precisa ficar atento ao comportamento de seus funcionários, seus hábitos de trabalho e nas relações com os demais colegas. Isso porque colaboradores motivados apresentam melhor desempenho e reconhecê-los, de forma que possam impulsioná-los a alcançar resultados cada vez melhores, pode ser a chave para o sucesso.

 

E o colaborador precisa estar atento a suas posturas, seus comportamentos, e a atitudes que possam “minar” suas chances de crescimento dentro da companhia. Para conquistar uma promoção, por exemplo, o profissional pode investir em ações que contribuam para o fortalecimento de sua imagem pessoal, como cursos de aprimoramento, ser mais participativo, saber trabalhar e se relacionar em equipe, ser pontual, comprometido, autêntico, e vestir a camisa da empresa.

Autoestima: como pode influenciar no trabalho?

 

A autoestima pode ser definida como sentir-se bem com a vida, acreditar no próprio potencial, gostar de si, ter amor próprio. Essas características, inerentes ao ser humano, são decisivas para o seu bem-estar pessoal, e fundamentais, também, para o ambiente corporativo. Em outras palavras, a autoestima é essencial para que todos desenvolvam um trabalho de qualidade; para formar a imagem que o profissional passa para o gestor e os colegas; além de facilitar no processo de enfrentar os desafios que surgem habitualmente.

 

Caso não seja trabalhada de forma adequada, a autoestima pode atrapalhar a evolução profissional, uma vez que afeta a produtividade e o desempenho do trabalhador, e pode até trazer riscos para a sua saúde. Uma pessoa com a autoestima equilibrada, tem mais a contribuir, pois acredita em suas habilidades e não tem medo de compartilhar ideias e projetos. Em contrapartida, o profissional sem confiança em si mesmo, pode ser prejudicial para o grupo e também para a empresa, uma vez que está mais propenso ao absenteísmo e por impactar diretamente no relacionamento com a equipe.

 

Naturalmente, nenhum profissional deseja sentir-se com baixa autoestima, porque, muitas vezes, o próprio ambiente é que desencadeia esses sentimentos, seja por falta de reconhecimento, incentivos, ou, ainda, de lideranças mal preparadas. Fundamental, no entanto, é saber dosar a autoestima, pois o excesso pode prejudicar o relacionamento do profissional com o restante da equipe, e em alguns casos, pode passar uma imagem de arrogância.

 

Há, também, o profissional que, por estar afastado do mercado de trabalho, ao participar de uma entrevista de emprego, muitas vezes, não consegue mostrar suas habilidades. Nesse caso, o melhor caminho é buscar ajuda profissional, como, por exemplo, com o coaching profissional.

Academia de Líderes Santillana Brasil

 

Comprometida com o desenvolvimento e a capacitação dos líderes, a Santillana Brasil investiu na Academia de Líderes, como importante instrumento para exercitar, treinar e preparar para a excelência seu time de trabalho. Desenvolvido em parceria com a consultoria Franquality e a equipe de Recursos Humanos do grupo, o programa envolve 98 profissionais que serão preparados para uma alta performance na liderança de suas equipes. Além de referenciais teóricos, o programa de desenvolvimento contará com muitas atividades vivenciais com o objetivo de incentivar os participantes à prática dos conceitos e a fazer a diferença.

 

De acordo com Renata Pires Alecrim, coordenadora de Recursos Humanos da Santillana Brasil, e responsável pela implementação do programa na companhia, a Academia de Líderes é a aposta da empresa para capacitar os líderes para que desempenhem seu papel com mais segurança e domínio. “Acreditamos que nossos líderes possuem um potencial grandioso e sabemos do envolvimento deles com seu papel. Porém, também é responsabilidade da empresa, muní-los de ferramentas e conceitos sobre liderança, para que possam, a cada dia mais, desenvolver suas equipes de maneira efetiva, o que trará resultados incríveis para a empresa. O nosso diferencial está naquilo que nos define: as pessoas. Por isso nosso interesse genuíno de investir nelas”, afirma entusiasmada.

 

Estruturado para estimular os líderes a desenvolverem competências gerenciais, o passo inicial do programa foi a realização de um workshop com a presença de todos os diretores, para definição e alinhamento da cultura da empresa. Em seguida, foram estabelecidos os quatro valores e comportamentos principais para a organização. Já na segunda etapa, foram iniciados os módulos de treinamento, totalizando cinco, ao longo do ano de 2016, que envolverão todos os diretores e gerentes da organização, neste primeiro momento. 

Carreira em foco

 

Assim como a vida pessoal, a carreira também pede planejamento e atenção. Traçar metas, objetivos, idealizar conquistas, são iniciativas importantes e podem exercer influência, positiva ou negativa, na vida das pessoas. Isso porque, ao planejar a carreira, o profissional pode estabelecer uma meta para sua vida, assumindo um compromisso e passar, então, a trabalhar em busca desse sentido. Em contrapartida, se não existirem objetivo e planejamento para a carreira, o profissional corre o risco de se acomodar.

O ano de 2016 está apenas no começo, mas, apesar da virada do ano ser mais um ritual simbólico, carrega consigo um efeito emocional, como se fosse o fechamento de um ciclo para início do outro. E é justamente esse clima que estimula o início de uma nova etapa profissional, com outras oportunidades no trabalho, tornando propício o momento para promover uma auto-avaliação dos aprendizados do ano anterior e projetar o futuro em curto, médio e longo prazos.

O planejamento, dessa forma, é essencial para a construção da carreira, pois torna possível estabelecer metas e garantir a efetiva transformação para melhor. O planejamento deve ser flexível, visto que alguns obstáculos podem surgir e obrigá-lo a alterar o projeto. Muitas vezes, o profissional acaba acomodando-se na zona de conforto, não se arrisca em direção a novos projetos, e fica refém da empresa e de seus gestores, tornando-os os responsáveis pela própria evolução na carreira.

 

Para isso, o profissional pode se valer de algumas dicas para evoluir profissionalmente e conquistar a desejada prosperidade na carreira. Confira:

 

  • Dedique um tempo ao autoconhecimento. Avalie se a posição atual da carreira está de acordo com seus objetivos;
  • Se a situação atual não estiver conforme suas metas, defina novas direções a seguir;
  • Invista em cursos que permitam a sua capacitação para o mercado de trabalho.