Autoestima: como pode influenciar no trabalho?

 

A autoestima pode ser definida como sentir-se bem com a vida, acreditar no próprio potencial, gostar de si, ter amor próprio. Essas características, inerentes ao ser humano, são decisivas para o seu bem-estar pessoal, e fundamentais, também, para o ambiente corporativo. Em outras palavras, a autoestima é essencial para que todos desenvolvam um trabalho de qualidade; para formar a imagem que o profissional passa para o gestor e os colegas; além de facilitar no processo de enfrentar os desafios que surgem habitualmente.

 

Caso não seja trabalhada de forma adequada, a autoestima pode atrapalhar a evolução profissional, uma vez que afeta a produtividade e o desempenho do trabalhador, e pode até trazer riscos para a sua saúde. Uma pessoa com a autoestima equilibrada, tem mais a contribuir, pois acredita em suas habilidades e não tem medo de compartilhar ideias e projetos. Em contrapartida, o profissional sem confiança em si mesmo, pode ser prejudicial para o grupo e também para a empresa, uma vez que está mais propenso ao absenteísmo e por impactar diretamente no relacionamento com a equipe.

 

Naturalmente, nenhum profissional deseja sentir-se com baixa autoestima, porque, muitas vezes, o próprio ambiente é que desencadeia esses sentimentos, seja por falta de reconhecimento, incentivos, ou, ainda, de lideranças mal preparadas. Fundamental, no entanto, é saber dosar a autoestima, pois o excesso pode prejudicar o relacionamento do profissional com o restante da equipe, e em alguns casos, pode passar uma imagem de arrogância.

 

Há, também, o profissional que, por estar afastado do mercado de trabalho, ao participar de uma entrevista de emprego, muitas vezes, não consegue mostrar suas habilidades. Nesse caso, o melhor caminho é buscar ajuda profissional, como, por exemplo, com o coaching profissional.

Academia de Líderes Santillana Brasil

 

Comprometida com o desenvolvimento e a capacitação dos líderes, a Santillana Brasil investiu na Academia de Líderes, como importante instrumento para exercitar, treinar e preparar para a excelência seu time de trabalho. Desenvolvido em parceria com a consultoria Franquality e a equipe de Recursos Humanos do grupo, o programa envolve 98 profissionais que serão preparados para uma alta performance na liderança de suas equipes. Além de referenciais teóricos, o programa de desenvolvimento contará com muitas atividades vivenciais com o objetivo de incentivar os participantes à prática dos conceitos e a fazer a diferença.

 

De acordo com Renata Pires Alecrim, coordenadora de Recursos Humanos da Santillana Brasil, e responsável pela implementação do programa na companhia, a Academia de Líderes é a aposta da empresa para capacitar os líderes para que desempenhem seu papel com mais segurança e domínio. “Acreditamos que nossos líderes possuem um potencial grandioso e sabemos do envolvimento deles com seu papel. Porém, também é responsabilidade da empresa, muní-los de ferramentas e conceitos sobre liderança, para que possam, a cada dia mais, desenvolver suas equipes de maneira efetiva, o que trará resultados incríveis para a empresa. O nosso diferencial está naquilo que nos define: as pessoas. Por isso nosso interesse genuíno de investir nelas”, afirma entusiasmada.

 

Estruturado para estimular os líderes a desenvolverem competências gerenciais, o passo inicial do programa foi a realização de um workshop com a presença de todos os diretores, para definição e alinhamento da cultura da empresa. Em seguida, foram estabelecidos os quatro valores e comportamentos principais para a organização. Já na segunda etapa, foram iniciados os módulos de treinamento, totalizando cinco, ao longo do ano de 2016, que envolverão todos os diretores e gerentes da organização, neste primeiro momento. 

Carreira em foco

 

Assim como a vida pessoal, a carreira também pede planejamento e atenção. Traçar metas, objetivos, idealizar conquistas, são iniciativas importantes e podem exercer influência, positiva ou negativa, na vida das pessoas. Isso porque, ao planejar a carreira, o profissional pode estabelecer uma meta para sua vida, assumindo um compromisso e passar, então, a trabalhar em busca desse sentido. Em contrapartida, se não existirem objetivo e planejamento para a carreira, o profissional corre o risco de se acomodar.

O ano de 2016 está apenas no começo, mas, apesar da virada do ano ser mais um ritual simbólico, carrega consigo um efeito emocional, como se fosse o fechamento de um ciclo para início do outro. E é justamente esse clima que estimula o início de uma nova etapa profissional, com outras oportunidades no trabalho, tornando propício o momento para promover uma auto-avaliação dos aprendizados do ano anterior e projetar o futuro em curto, médio e longo prazos.

O planejamento, dessa forma, é essencial para a construção da carreira, pois torna possível estabelecer metas e garantir a efetiva transformação para melhor. O planejamento deve ser flexível, visto que alguns obstáculos podem surgir e obrigá-lo a alterar o projeto. Muitas vezes, o profissional acaba acomodando-se na zona de conforto, não se arrisca em direção a novos projetos, e fica refém da empresa e de seus gestores, tornando-os os responsáveis pela própria evolução na carreira.

 

Para isso, o profissional pode se valer de algumas dicas para evoluir profissionalmente e conquistar a desejada prosperidade na carreira. Confira:

 

  • Dedique um tempo ao autoconhecimento. Avalie se a posição atual da carreira está de acordo com seus objetivos;
  • Se a situação atual não estiver conforme suas metas, defina novas direções a seguir;
  • Invista em cursos que permitam a sua capacitação para o mercado de trabalho.

A vez dos deficientes no mercado de trabalho

 

No Brasil, existem milhões de pessoas que apresentam algum tipo de deficiência, mas, contrariando as expectativas, possuem talento e condições de ser produtivas. Embora essa afirmação seja positiva, muitas vezes, por falta de qualificação profissional e oportunidade, esses profissionais ficam fora do mercado de trabalho.

 

Mas há empresas, que investem em pessoas com deficiência, combatendo o preconceito e reconhecendo a igualdade essencial entre os profissionais. Exemplo de sucesso de empresa socialmente responsável, e que acredita no potencial desses cidadãos é a Santillana Brasil, que mantém colaboradores com algum tipo de deficiência no seu grupo. Para a companhia, a diversidade possibilita prepará-los para demandas dos diferentes universos que incorpora, além de receber a dedicação e o comprometimento desses colaboradores acima da média.

 

Por outro lado, em cumprimento à Lei de Cotas, que estabelece que entre 2% e 5% do quadro total de funcionários das empresas deve ser composto de pessoas com deficiência, existem empresas que adotam uma política inclusiva por determinação legal.

Muitas vezes, essas empresas cumprem a lei, mas se esquecem de avaliar, dentro da sua estrutura física e também cultural, se há condições de receber esses profissionais.

 

Para que o relacionamento seja benéfico para ambas as partes, veja como empresas e profissionais podem se preparar para encarar esse desafio.

 

Empresas

  • Acreditem no potencial dessas pessoas, que têm valor e podem agregar muito ao dia a dia da empresa;
  • Adéquem os ambientes da empresa para recebê-los e invistam, por exemplo, em rampas de acesso e banheiros adaptados.

 

Profissionais

  • Avaliem seu currículo, enfatizando os pontos fortes e, durante as entrevistas de seleção, confiem em si;
  • Atualizem-se, busquem cursos e mantenham-se firme em seu propósito.

Ponderação: o pensar com critério

 

Parar, pensar, refletir e, então, agir. Muitas vezes essas atitudes são dificilmente colocadas em prática, ainda mais pela correria do dia a dia. Nesse sentido, a ponderação tem se revelado a palavra do momento, como forma de definir uma conduta, baseada em percepções e escolhas. Recorrendo ao dicionário, ponderar significa observar com atenção minuciosa, medir e pesar todos os lados de uma questão, antes de formar juízo sobre ela ou antes de agir.

 

Contudo, ao avaliar uma situação, muitas questões podem ser poupadas, ou mesmo descobertas. De acordo com a pesquisadora Giedre Vasiliauskaite, da Universidade de Roterdã, na Holanda, questionar a forma como pensa é o primeiro passo para melhorar as escolhas. Para ela, a tomada de decisão exige esforço, por isso é preciso fazer um questionamento profundo da forma como se está acostumado a agir e pensar. É preciso avaliar amplamente os assuntos, analisando-os de diferentes ângulos, considerando os pontos de vista dos demais e alargando as perspectivas. Ao ponderar, podem surgir ideias e outros caminhos, além de desenvolver a empatia, ao se colocar no lugar do outro, respeitando e entendendo os sentimentos da outra pessoa.

 

Diante da velocidade da vida, que tem prazos cada vez mais apertados, metas a serem cumpridas, as atividades operacionais tomam boa parte da rotina dos profissionais e, naturalmente, o pensamento crítico, muitas vezes, acaba por ser negligenciado. Segundo a pesquisadora, as pessoas deixam escapar oportunidades e, pior, deixam de ver as possíveis ameaças.

 

Para colocar em prática o conceito, basta querer, e, para isso, existem algumas dicas para tornar-se uma pessoa mais ponderada, assertiva e com pensamento crítico. Confira:

 

  • Revise os processos de pensamento e questione o próprio ponto de vista e o das outras pessoas;
  • Faça perguntas sobre suas escolhas, avaliando se suas decisões foram corretas;
  • Exercite a sua percepção. Por exemplo, ao ler uma notícia que parece inconsistente, investigue e procure por mais informações para esclarecer a dúvida;
  • Procure ser cético, mas com moderação. Seja equilibrado para, assim, identificar os diferentes lados de cada situação e saber como agir.