A hora do trabalho temporário!

 

Há quem diga que o trabalho temporário seja uma oportunidade de pouca relevância, outros apostam nessa modalidade profissional como a porta de entrada para uma vaga efetiva. Diante do cenário econômico retraído, alta demanda de trabalho ou por qualquer outra necessidade, o fato é que muitas companhias estão investindo em contratações temporárias, e priorizando contratos terceirizados, justamente pela sua flexibilidade e por menos encargos por parte da empresa, que opta pela expertise de agências especializadas. Exemplo dessa afirmação é aplicada na Santillana Brasil, que habitualmente recorre a esse modelo de trabalho como forma de atender a sua demanda em projetos sazonais.

 

De acordo com a analista de RH da Santillana Brasil, Dayane Lima Almeida, a demanda de trabalho na empresa é bastante cíclica, alternando em alguns períodos: “O trabalho temporário para nós é muito importante para darmos vazão aos momentos de grande volume de trabalho”, enfatiza.

 

Reforçando a premissa de que o trabalho temporário pode ser a chance de garantir a tão sonhada vaga, o diretor da filial SP da RH Brasil, Silvio Rodrigues da Cunha, conceitua o valor de se acreditar nessa modalidade. “O profissional deve encarar como uma possibilidade dele mostrar seu potencial e quem sabe conquistar uma oportunidade efetiva, pois o período de exposição ao trabalho dentro da empresa serve como um cartão de visita, visto que terá tempo para mostrar suas habilidades e conhecimentos.” Dayane também reforça a importância de se acreditar na oportunidade como uma vitrine na carreira: “Sem dúvida, a oportunidade de aprendizado é o principal ganho em uma vaga temporária, oportunidade de crescimento horizontal, sair com a bagagem de uma cultura nova, um segmento diferente, processos novos”.

 

Mas para obter êxito durante a experiência temporária, os especialistas entrevistados deixam algumas dicas:

 

  • Seja flexível: desenvolva jogo de cintura para encarar novos desafios, aproveitando para conhecer novas áreas e funções.

 

  • Seja proativo: aproveite a oportunidade para aprender e para mostrar o seu trabalho. Dedique-se e mostre interesse, assim, dificilmente será esquecido. Sempre tem alguém olhando o seu trabalho.

 

  • Esteja atento à cultura da empresa: contratar um talento que já está adaptado à empresa e que apresenta forte potencial, mesmo que não possua todo o conhecimento técnico necessário, é a melhor escolha para a empresa.

 

E você, está em busca de uma nova oportunidade profissional? Aproveite as vagas temporárias de final de ano para mostrar o seu talento. E acompanhe a divulgação de vagas da Santillana Brasil na página do LinkedIn. Boa sorte!

Gerações X, Y e Z: quem são?

 

 

Ao falar sobre as gerações X, Y ou Z, especialistas são cautelosos em afirmar qual é a melhor! Mas, entre eles, a unanimidade prevalece quando se trata de saber reconhecer suas potencialidades e claro, utilizá-las a seu favor.

 

Naturalmente, saber lidar com os diferentes perfis de colaboradores, seus anseios, conflitos e desenvolvê-los para que entreguem sempre os melhores resultados, não é tarefa das mais fáceis. Entretanto, as organizações podem ter excelentes resultados, se souberem gerir efetivamente as diferentes gerações; fazê-las trocar experiências; conhecer suas qualidades e competências; respeitar suas diferenças; e unir seus conhecimentos.

 

Por isso, dependendo do tipo de empresa, unir todas pode ser a aposta de sucesso, já em outras, pode-se optar por um modelo único, como ocorre nas startups, que são bom exemplo de setor corporativo que investe na geração Z.

 

 

Para compreender cada geração e aprender a gerenciar os possíveis conflitos, confira algumas dicas:

 

  • Entenda e reconheça os diferentes estilos de trabalho.
  • Incentive o diálogo, para unir experiência com a inovação e criatividade.
  • Valorize o melhor de cada geração, não privilegie nenhum dos lados.
  • Busque pontos comuns, reconhecendo os esforços, o comprometimento e os resultados.
  • Aprenda com as outras gerações, pois cada uma tem algo positivo para transmitir.

MEI - Microempreendedor Individual: como funciona?

 

Para oferecer mais segurança aos profissionais que trabalham por conta própria, prestam serviços ou são autônomos, os Microempreendedores Individuais - MEIs contam com mais recursos para regularizar suas atividades.

 

Para utilizar os benefícios, o trabalhador informal interessado em se tornar um MEI deve seguir algumas regras básicas, como não ter participação em outra empresa como sócio/titular e faturar, no máximo, R$ 60 mil por ano. Caso a opção seja boa, o profissional deve fazer um registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que permitirá a emissão de futuras notas fiscais, abertura de conta bancária, pedidos de empréstimo e vantagens tarifárias.

 

Quem adere ao MEI, pode contratar um funcionário e ter benefícios como auxílio-maternidade e doença, além do direito à aposentadoria. Para isso, é necessário pagar um valor mensal ao INSS, com pequenos acréscimos específicos, ou, conforme o campo de atuação, contribuição que é feita via boleto emitido através do Portal do Empreendedor. Outro benefício desta modalidade, é que o MEI não exige  os serviços de um contador, bastando apenas o interessado realizar um cadastro. E de forma autônoma e simplificada, pode emitir notas fiscais, junto ao portal da prefeitura do seu município.

 

Além disso, quem optar pela MEI, fará parte do sistema tributário Simples Nacional e, com isso, terá isenção de impostos federais (PIS, Cofins, IPI, CSLL, além do Imposto de Renda). Dessa forma, terá que arcar com um pequeno valor fixo, todo mês, que varia de acordo com o ramo de atividade em que a empresa se enquadra; se comércio ou indústria; prestação de serviços; comércio e serviços. Os tributos são pagos à Previdência Social e ao ICMS ou, ainda, ao ISS. As contribuições são atualizadas anualmente, tendo como referência o salário-mínimo.

Memória empresarial: Preservar é preciso!

 

Acompanhar a evolução de uma empresa por meio de fotos, artigos, registros, é a missão dos Centros de Memória Corporativa. Mais do que guardar símbolos que traduzam o crescimento, esses espaços são importante canal para o resgate da história empresarial.

 

O Centro de Memória Corporativa pode contribuir para disseminar a cultura e os valores da empresa entre seus funcionários, servir como importante espaço para a gestão do conhecimento; além de ser excelente estratégia de fortalecimento da cultura empresarial para variados públicos.

 

Para isso, a empresa pode investir em dois modelos – físico ou on-line. O modelo físico permite a criação de galerias de fotos que contam a história da empresa, oferta de livros, materiais e registro dos eventos já produzidos, e centros de documentação. Já a memória virtual registra, de forma digital e on-line, vídeos, arquivos, documentários, dentre outros. Para conservar a memória de forma interna, ou externamente, os museus corporativos podem investir em duas áreas: a estratégica e a social. Na estratégica, a empresa beneficia-se de sua história como instrumento de gestão, para aumentar a eficiência nas tomadas de decisão e no planejamento. Já na esfera social, muitos centros têm a função de acolher a comunidade, contribuindo para o processo de aprendizagem, a inclusão social e  consolidação da cidadania.

 

Iniciar e organizar um acervo histórico pode não ser tarefa das mais fáceis, mas o primeiro passo é a empresa reconhecer sua trajetória, identificando quais foram os pontos que a levaram ao sucesso. Em seguida, recolher objetos e documentos históricos. E, por fim, apostar na coleta de depoimentos de atuais e ex-colaboradores, como forma de registrar preciosas histórias e vivências. 

Procrastinação: acabe com esse mal no trabalho!

 

Sinônimo de adiamento de tarefas, a procrastinação pode ser tratada como o comportamento que pode “minar” a carreira dos profissionais. Com origem no latim, da palavra procrastinatus: pro- (à frente) e crastinus (de amanhã), a expressão vai além da simples preguiça ou má vontade e, em muitos casos, é a raiz de problemas mais graves.

 

Ao adiar projetos e trabalhos, o profissional, quando se dá conta, já está com o prazo no fim e a corrida para cumpri-lo se torna desesperada. Isso acontece porque o cérebro prefere pequenos prazeres momentâneos, e para sentir-se bem agora, opta por atividades menos importantes, como navegar na Internet, falar ao telefone, consultar as mensagens do aplicativo, em detrimento das tarefas que precisam ser cumpridas.

 

Muitas vezes, esse comportamento está associado a outros fatores, como desmotivação com as atividades profissionais, o gestor e/ou a empresa; problemas pessoais; questões relacionadas à saúde; cansaço extremo, como revela a coordenadora de Recursos Humanos da Santillana Brasil, Renata Pires Alecrim. Ela faz um alerta: “Bons profissionais jamais procrastinam porque querem. Entendo que este é um estado que pode ser sintoma de algo que não esteja legal. Não dá para julgar e nem tão pouco prever se os comportamentos de procrastinação de um profissional estão relacionados com questões de bloqueio ou intencionalidade. Para isso, é preciso chegar mais perto e, aí sim, acompanhando o que está de fato originando o comportamento, orientar da maneira mais adequada”.

 

Para mudar o comportamento, o primeiro passo é do profissional, que pode recorrer a algumas dicas:

 

  • Torne os objetivos futuros mais concretos: antes de iniciar a tarefa, faça uma lista com o tipo de satisfação que, uma vez alcançado o objetivo, você obterá, como, por exemplo, terminar rapidamente uma planilha solicitada para evitar a necessidade de fazer horas extras.

 

  • Invista na organização: troque a bagunça da mesa do escritório por algo organizado, com os papéis em ordem, priorizando os prazos mais curtos.

 

  • Desafie-se: a parte mais difícil de começar um projeto é justamente o início. A dica é definir um prazo que estimule: sem essa definição, o mais natural é realizar as tarefas mais prazerosas. Dê o primeiro passo.