Movimente-se

 

No início, pode ser difícil, exige disciplina e muita força de vontade, mas, para garantir qualidade de vida e, mais do que isso, saúde, muitos profissionais têm descoberto que a prática de atividade esportiva pode resultar em ótimos resultados. Além dos benefícios individuais, as empresas que investem em ações que proporcionam o bem-estar e a saúde mental e corporal de seus colaboradores, conquistam bons resultados, como mais interação com a equipe e aumento da produtividade em geral.

 

Um exemplo de sucesso é a Santillana Brasil, que há dois anos implantou um bicicletário, com capacidade para 5 bicicletas, para estimular os colaboradores à prática esportiva, além de oferecer, três vezes por semana, a ginástica laboral. Prova dessa experiência de sucesso, é a colaboradora Lívia Santa Clara, editora de física do Departamento Editorial de Matemática e Física, que, desde a implantação na empresa, utiliza a bicicleta como meio de transporte e participa das demais ações promovidas pela empresa. “Acredito que práticas como a ginástica laboral são importantes para descontrair e relaxar, já que ficamos longas horas em uma estação de trabalho fixa, muitas vezes, sob pressão. Disponibilizar um espaço para guardar bicicletas tem um impacto positivo na produtividade, além de ajudar a combater o sedentarismo.”

 

No entanto, os funcionários estão interessados não apenas em evitar dores, ou lesões, provocadas pelo trabalho, mas também em cuidar do corpo, como revela Luiz Duque, coordenador de web da Santillana Brasil, que precisou investir no esporte por determinação médica, depois de sofrer um acidente de moto, além da busca por mais qualidade de vida. “Antes, eu perdia 4 horas do dia para me locomover até o trabalho; depois que resolvi me mudar, uso a bicicleta como meio de transporte, e me sinto tranquilo em utilizá-la, porque sei que ela está segura na empresa. O melhor é que já chego na academia aquecido e pronto para os meus exercícios diários.”

 

As práticas esportivas por iniciativa das empresas têm sido bastante incentivadas, uma vez que atuam positivamente na autoestima, mas cabe ao profissional aproveitar as oportunidades e ir em busca da sua saúde física e mental. Estudos revelam que o funcionário que faz atividade física, dentro ou fora da empresa, falta menos no trabalho e começa o expediente mais disposto, com menos fadiga ou estresse.

 

E, para você, qual é a melhor forma de se movimentar?

Internet: Não perca o Foco

 

Cada vez mais a Internet tem feito parte do cotidiano e criado nova forma de viver, trabalhar e se socializar. Além de entreter, revela-se uma poderosa ferramenta de aprendizado, com inúmeros benefícios e facilidades, desde que bem utilizada.

 

Da mesma forma que a rede pode contribuir com um universo de conhecimento, também pode dispersar e, em vez de excelente canal, passar a ser vilã. Naturalmente, estar informado e atento ao que ocorre no mundo é importante, mas a forma como a Internet será utilizada determina o tempo e resultado de uma pesquisa. Isso porque uma pessoa centrada usará a rede a favor de seu desenvolvimento pessoal e profissional, explorando os recursos de forma positiva e direcionada.

 

E para saber como explorar a Internet, sem perder o foco, confira algumas dicas:

 

• Reserve um tempo para as redes sociais e sites favoritos: definir um horário é fundamental, para não se dispersar.

 

• Durante a pesquisa: ao visitar um site, avalie se a página traz conteúdo relevante e, atenção, quanto mais links o direcionarem a outras páginas, mais distante você ficará da pesquisa.

 

• Seja disciplinado: determine um tempo médio para realizar cada tarefa, seja de pesquisa ou no momento de descontração. Assim, você se acostumará a agilizar seu serviço sem perder a qualidade.

Aposentadoria! Conheça as novas regras.

 

 

Desde a metade de 2015, de acordo com a Medida Provisória 676, uma importante alternativa para quem pretende se aposentar pode ser adotada. Essa nova regra oferece aos trabalhadores a fórmula 85/95 com base no chamado cálculo progressivo, podendo ou não ser vantajosa para quem pretende se aposentar com o benefício integral.

Para as pessoas que queiram se aposentar por idade, continua a valer a regra de 60 anos para as mulheres e 65 anos para os homens, ambos com pelo menos 15 anos de contribuição previdenciária. Nessa modalidade, os optantes receberão 70% do salário de benefício, além de 1% por ano de contribuição. Quem deseja conseguir a aposentadoria integral tem que contribuir por pelo menos 30 anos. A diferença, neste caso, é que a idade para conseguir o benefício do INSS é de 65 anos para os homens e 60 para as mulheres.

A proposta da nova regra surge como alternativa para esses cenários e cabe à pessoa analisar se ela é vantajosa. A fórmula 85/95 soma a idade do indivíduo com o tempo de contribuição ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), caracterizando o cálculo progressivo. Dependendo da situação, a regra pode ou não substituir o Fator Previdenciário, que é baseado em três pilares: idade, tempo de contribuição e expectativa de vida. Para as mulheres, quando essa soma atinge 85, o Fator Previdenciário não é aplicado, ou seja, fica garantido o valor integral do benefício recolhido. No caso dos homens, o mesmo conceito é válido para que seja possível se aposentar com 100% do valor, mas somente quando a soma tiver como resultado 95.

Em ambos os casos, a idade para a aposentadoria pode ser menor, já que não existe idade mínima para se aposentar, desde que o tempo de contribuição cumprido seja maior do que 35 anos para homens e mais de 30 para as mulheres.

A medida provisória, de junho de 2015, ainda precisa ser aprovada pelo Congresso, nesse meio tempo, pode ser modificada ou até mesmo cancelada. Caso a nova regra de cálculo não atenda aos objetivos, uma reformulação pode ocorrer dentro de 4 ou 5 anos.

Imagem pessoal: você cuida da sua?

 

 

Um currículo bem elaborado, bons contatos profissionais e experiência podem abrir portas, mas não são a garantia de sucesso. No mundo corporativo, existe um ponto que pode contribuir na busca de uma vaga de emprego, ou para manter-se no mercado de trabalho: a construção da imagem pessoal, ou, para alguns, o marketing pessoal. Muito mais do que apenas se autopromover, é um conjunto de maneiras e possibilidades que farão com que as pessoas o vejam de maneira mais positiva.

 

Por meio da oratória impecável, ou de conhecimentos além do convencional, ou, ainda, com roupas e acessórios marcantes, o profissional deve aprender a utilizar alguns artifícios que o destaquem e qualifiquem como alguém que pode fazer a diferença.

 

Para isso, pode recorrer a alguns passos, e o primeiro é reconhecer a importância da vestimenta adequada ao ambiente de trabalho. Ao vestir-se respeitando o dress code da empresa, o colaborador pode revelar, de forma simples, que compreende as regras, tem empatia e disciplina. Já na maneira de se apresentar, caso tenha dificuldades de expressar ideias, pode investir num curso de oratória, para aprender a se articular e, de fato, “vender o seu peixe”. E se, por acaso, perceber que tem limitações de conhecimento, nada melhor do que investir em cursos de aperfeiçoamento ou num processo de coaching executivo, que poderão contribuir para sua evolução profissional.

 

Quando o assunto é imagem pessoal, certamente, um profissional será lembrado e valorizado por aquilo que demonstra com a aparência, na fala, e no modo de se expressar e comportar. Portanto, para vender a imagem, é preciso considerar esses fatores importantes, que colaboram para o sucesso profissional.

 

E você se identificou com algum dos pontos abordados? Aproveite e faça uma reflexão sobre o assunto. Pode ser um primeiro passo para grandes mudanças.

Síndrome de Burnout: a doença dos tempos modernos

 

Mente acelerada, cansaços mental e emocional. Esses poderiam ser os sintomas tradicionais de uma crise de estresse, se não fossem, também, os sintomas de uma nova doença, que tem avançado no cenário corporativo. Trata-se da síndrome de burnout, um distúrbio dos tempos modernos, caracterizado pelo desgaste emocional, que danifica os aspectos físico e emocional da pessoa.

 

Em outras palavras, o profissional chega ao seu limite máximo, com o excesso de estímulos recebidos, até que os neurotransmissores simplesmente param de fazer conexões, como uma espécie de pane de um veículo em movimento. A síndrome manifesta-se especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

 

O diagnóstico ainda exige cuidados, pois pode ser confundida com outras doenças. Mas existem alguns sintomas padrão, como: irritabilidade, baixa autoestima, mudanças de humor, lapsos de memória, ansiedade e depressão. Para o tratamento, o profissional deve consultar um médico, que pode prescrever antidepressivos e psicoterapia. Além disso, a atividade física regular e os exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.

 

Confira algumas recomendações para saber lidar e reconhecer a doença:

 

  • Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de Burnout.
  • Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo na qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental.
  • Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e os objetivos profissionais.