Fundação Santillana promoveu debates em dez cidades do Brasil

 

Conhecer as novas perspectivas para a educação brasileira é a proposta do seminário Aprova Brasil, organizado pela Fundação Santillana, com o apoio da Editora Moderna. Em sua 2ª edição, o evento apresentou um panorama das avaliações nacionais da alfabetização em três realidades: nas escolas, nos estados e no Brasil.

 

A iniciativa contou com a parceria institucional das secretarias de estado da Educação e das representações estaduais da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Cerca de cinco mil pessoas, entre gestores municipais, diretores, coordenadores e professores de escolas dos anos iniciais do Ensino Fundamental estiveram presentes e puderam conferir a palestra do especialista Cipriano Carlos Luckesi, doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e autor de diversos livros na área. Os seminários aconteceram em dez estados, passando pelas capitais Goiânia, São Paulo, São Luís, Fortaleza, João Pessoa, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Campo Grande.

 

Nos encontros, os participantes receberam um kit da Fundação Santillana e em cada cidade foram sorteados dez livros autografados do palestrante. De acordo com Renata Sanches Salva, gerente de serviços educacionais da Editora Moderna, no evento, diversos educadores e dirigentes de ensino discutiram as questões sobre  avaliação. Os seminários Aprova Brasil são relevantes e atuais por refletir, com os educadores, os desafios em torno das avaliações nacionais e, assim, propor mudanças para enriquecer e fomentar melhorias na aprendizagem dos alunos, encerra.

Como lidar com os 4 perfis profissionais mais comuns

 

É natural, no ambiente profissional, conviver com pessoas de diversas personalidades e estilos. Há aqueles mais expansivos, os introspectivos, proativos e uma infinidade de outros perfis. Mas, de acordo com a consultoria i9ação, foi possível mapear, com base no relacionamento de mais de 30 mil profissionais brasileiros, que os colaboradores se dividem em quatro tipos bem definidos: 45% conectados, 30% realizadores, 15% detalhistas e 10% observadores.

 

De acordo com a i9ação, a pesquisa pode contribuir para melhorar a produtividade e favorecer a solução de problemas, pois permite que o profissional reconheça as características.

 

Aproveite para saber detalhes dos diferentes perfis e como se relacionar com cada um deles, no ambiente profissional:

 

Conectado: sua característica marcante é falar muito e ser muito sensível. São pouco objetivos e dão mais valor à forma de se expressar do que à informação. Para lidar com ele, é necessário aproximar-se. Uma conversa direta pode surtir mais efeito do que um e-mail.

 

Realizador: esse profissional age rapidamente, por possuir espírito empreendedor. Precisa ter direcionamento para não resolver tudo de maneira afobada.

 

Detalhista: sua característica é pensar antes de agir, ponderando os prós e contras de uma questão. Costuma trabalhar mais individualmente e, por isso, precisa ser conduzido para compreender que, às vezes, os sentimentos dos outros devem ser avaliados, no momento de uma escolha.

 

Observador: costuma ser bastante analítico. Por observar muito, pode ter dificuldade com prazos. É preciso paciência, ao direcioná-lo ao trabalho. 

Cérebro ativo em cada idade

 

As habilidades do cérebro humano mudam com o tempo, o que não quer dizer que são perdidas, mas sim alteradas. É o que revela um estudo divulgado na revista Você S/A feito no Massachussetts Institute of Technology (MIT), em parceria com o Hospital Geral de Massachussets, nos Estados Unidos, que identificou um tipo de inteligência que sobressai, em cada faixa etária.

 

Algo que se faz muito bem aos 20 anos de idade pode não ser feito aos 50. Porém, todos têm algo a oferecer em cada idade, justamente porque o cérebro está sempre mudando e se adaptando.

Aprenda a usar essa descoberta científica para evoluir sempre e não apenas profissionalmente:

 

- Aos 20 anos: o processamento de informações e a memória recente estão em alta, o que ajuda a absorver ao máximo cada novidade adquirida. Porém, a pessoa ainda não é capaz de fazer análises profundas, por não ter o conhecimento necessário. Com isso, deve observar para aprender coisas novas com calma e paciência.

 

- Aos 30 anos: já não existe a mesma rapidez para absorver as novidades, mas é a hora do melhor convívio social, o que facilita o networking. Não tente ser rápido e invista na interação social.

 

- Entre 40 e 50 anos: nessa fase a pessoa se torna mais sensível para entender e reconhecer as emoções das outras pessoas, assim, sabe lidar melhor com os outros. Em contrapartida, há baixa na memória de curto prazo e a dica é anotar os compromissos, para não perder nenhum prazo.

 

- Entre 60 e 70 anos: tudo o que foi aprendido na vida já está bem assimilado no cérebro e pode ser usado com eficiência. É uma fase com poder de comparação. Há facilidade em pegar um dado novo e relacionar com o que já vivenciou, fazendo conexões com as experiências do passado.

A situação faz a apresentação

 

Saber comunicar-se é requisito básico para quem deseja uma promoção, vender um produto, ou apenas apresentar uma ideia. Falar com desenvoltura em público e fazer boas apresentações é técnica que se aprende e não se limita apenas a uma sala de reuniões. Mesmo os mais tímidos podem se sobressair e impressionar líderes, clientes e colegas.

 

Para isso, existem algumas estratégias para fazer apresentações em diferentes situações. Confira e prepare-se:

 

- Apresentação no final do expediente: por ser no final do dia, a concentração dos participantes se torna mais difícil, por isso, prenda a atenção de todos logo no começo, mostre que o assunto é importante e estimule o público com perguntas.

 

- Apresentação para a diretoria: em reuniões de diretoria, seja ágil e objetivo. Diretores normalmente não dispõem de muito tempo, por isso, utilize o momento com propostas e justificativas bem estruturadas.

 

- Apresentação no almoço de negócios: previamente, estabeleça um acordo entre os participantes, definindo se a conversa será realizada antes ou depois da refeição, justamente para não disputar a atenção dos interlocutores com a comida.

 

- Apresentação em 10 minutos: se o seu interlocutor é uma pessoa muito ocupada, improvise e aposte nos intervalos entre a sala dele e o elevador. Nesse caso, seja breve e crie oportunidades para uma nova conversa, com mais detalhes. Instigar é o segredo. 

Festejos juninos agitam o dia a dia das empresas

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O mês de junho é conhecido pelas tradicionais festas juninas, e para entrar no clima dos festejos, o mundo corporativo tem apostado nas confraternizações desta época como forma de engajar e estimular os colaboradores. Entre bandeirinhas, computadores e reuniões, estas festas começam a ganhar espaço e se consolidam como uma das datas comemorativas do calendário.

 

E para atender o público, as empresas tem apostado em ações internas, como decoração temática, serviços no refeitório com cardápios inovadores, jogos motivacionais e brincadeiras, e muitas companhias já estão colhendo os frutos de se investir em festividades como esta.

 

Prova disso, pode ser percebido na empresa Santillana Brasil, que aderiu ao clima junino decorando um de seus espaços com o tema. Com apoio da Sodexo Puras, a editora conseguiu encantar os colaboradores com as decorações no refeitório e um agradável almoço temático, com muitos produtos tradicionais da festividade e música típica.

 

Eventos corporativos fazem parte da rotina de muitas empresas. Além de comemorativos, comprovam que sendo elaborados para atingir objetivos específicos, podem ser um excelente canal de comunicação com colaboradores, comunidades, fornecedores, investidores e clientes.