A “rádio peão” no mundo corporativo

 

 

No mundo corporativo, o ditado popular “quem conta um conto, aumenta um ponto” se adéqua quando o assunto é “rádio peão”. No Brasil, a expressão tomou forma nos anos de 1970, com o movimento operário, para designar uma comunicação específica entre os trabalhadores. De lá pra cá, muita coisa mudou, mas essa prática de comunicação informal se estabeleceu e é quase unanimidade em todas as companhias.  

 

Ao propagar notícias extraoficiais, os funcionários podem ajudar a desmotivar os colegas, complicando o clima da empresa. Outro fator negativo em relação à prática é o uso das redes sociais, para expor situações internas da empresa, e que podem afetar consideravelmente a imagem da companhia.

 

Veja algumas dicas para evitar que sua empresa seja vítima da rádio peão!

 

- Faça reuniões periódicas: os gestores podem contribuir para que a prática diminua, uma vez que o envolvimento dos níveis mais altos da empresa é essencial para dar apoio aos empregados e deixá-los menos desconfortáveis em tempos de crise;

 

- Canal de Comunicação interna: além de uma política de comunicação interna eficiente, aposte em ferramentas que facilitem o tráfego das informações;

 

- Líderes: para lidar com esse problema e suas consequências, os líderes devem investir na transparência e na clareza de informações;

 

- Colaboradores: é preciso bom senso ao compartilhar uma situação, pois, como se costuma dizer, toda história possui dois lados.

Mantenha sua motivação, mesmo em um ano de crise

 

Estamos no final do 1º semestre de 2015 e as previsões de um ano difícil vêm se confirmando. As perspectivas do baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), poucos investimentos e inflação, acabam por desmotivar os profissionais que almejam evoluir profissionalmente.

 

E contrariando as previsões negativas, o momento é de mostrar capacidade e disposição para enfrentar os desafios e apresentar novas ideias e novos projetos. A palavra é ousar e manter-se atento aos seus pontos fortes, revelando-se capaz de enfrentar com equilíbrio as adversidades. Mesmo que haja momentos de desânimo, é preciso mudar o pensamento, mantendo-se positivo e buscando apoio das pessoas ao redor.

 

Além da confiança e da automotivação, que devem fazer parte desse período, o profissional precisa estar atento às finanças, estruturando um planejamento familiar e eliminando gastos desnecessários. É importante saber investir o dinheiro, para obter mais produtividade, realização pessoal, e lidar com possíveis contratempos ao longo do ano.

 

Estar motivado em épocas de crise é um dos desafios do mundo corporativo. Cabe a cada profissional identificar suas oportunidades de melhoria e propor a mudança, afinal, se queremos mudança no mundo, nem que seja no mundo corporativo, devemos começar por nós. 

Ajude a combater a dengue

 

 

Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública do estado de São Paulo. Mas esta não é a única doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Recentemente, o país registrou alguns casos das doenças chikungunya e zika e que também estão despertando a atenção da população por apresentarem sintomas semelhantes e por terem a mesma forma de transmissão.

 

Confira algumas dicas para manter as enfermidades longe de você, da família, dos amigos...

 

- Combate: para todas as doenças, a única maneira é acabar com os focos de transmissão, isto é, eliminar qualquer material que acumule água parada e ofereça espaço para o mosquito se desenvolver. 

 

- Sintomas da dengue: em geral, manifestam-se entre o 3º e 15º dia após a picada do inseto, e pode evoluir para alguns casos mais graves. A dengue clássica apresenta febre alta, entre 39° e 40°, associada a dor de cabeça, desânimo, dores nas juntas, musculares e atrás dos olhos, vermelhidão no corpo e coceira. Já a dengue hemorrágica causa o aparecimento de sangramentos, como nasal, gengival e vaginal; rompimento dos vasos superficiais da pele, como hematomas, e outros sinais.

 

- Sintomas da chikungunya: O principal sintoma é a dor nas articulações de pés e mãos, que é mais intensa do que nos quadros de dengue. Além disso, também são sintomas: febre repentina acima de 39°, dor de cabeça, dor nos músculos e manchas vermelhas na pele.

 

- Sintomas da zika: O vírus não é tão forte quanto o da dengue ou da chikungunya e os pacientes apresentam um quadro alérgico. Os sintomas, porém, são parecidos: febre, dores e manchas no corpo. Quem é infectado pelo zika também pode apresentar diarreia e sinais de conjuntivite.

 

- Diagnóstico: para todas as doenças o paciente deve procurar atendimento médico, uma vez que os sintomas da dengue, da chikungunya e da zika são muito parecidos com os de outras doenças, como, por exemplo, a gripe. O exame de sangue também pode ser solicitado, para determinar se foi infectado com o vírus, e demora em média 24 horas para ficar pronto.  

 

- Tratamento: não há nenhum específico para as doenças, mas recomenda-se beber muito líquido para não desidratar, manter-se em repouso e tomar medicamentos específicos (sempre sob indicação médica) para baixar a febre e aliviar as dores no corpo. 

Educação de resultado é a aposta do Concurso Cultural Histórias de Educador

 

Estimular as melhores experiências relacionadas à educação, foi o desafio proposto no Concurso Cultural Histórias de Educador. A iniciativa, promovida pela Editora Moderna, recebeu mais de 330 histórias de amor, dedicação, desafios e conquistas, e graças a essa ação de engajamento, foi possível conhecer projetos de vida e atitudes positivas de professores, coordenadores e gestores brasileiros, que com coragem transformam a realidade de sua comunidade escolar.

 

E como forma de valorizar essas vivências e compartilhá-las com todo o País, foram premiadas três histórias, e três práticas, que farão parte de um livreto com prefácio escrito pelo conceituado escritor e educador Pedro Bandeira.

 

A educadora Camila Serragiotto, de Atibaia/SP, conquistou o primeiro lugar e ganhou um iPad Mini. Na segunda colocação, ficou Giovani José da Silva, de Macapá/AM; em terceiro lugar, Judy Rosas, de João Pessoa/PB, e ambos receberam um Kobo Touch (leitor de e-book).

 

A Editora Moderna reafirma, assim, o seu compromisso a favor de uma educação de resultado, promovendo e incentivando o trabalho de tantos professores dedicados. Parabéns a todos os educadores!

Fim da licença-maternidade: como voltar ao trabalho?

 

Fim da licença-maternidade: como voltar ao trabalho?

 

No último mês, celebramos o Dia das Mães, data em que aproveitamos para revelar todo o carinho e afeto dedicado a essas mulheres especiais. E este mês, vamos abordar um tema que merece reconhecimento e atenção: a licença-maternidade.

 

Retornar ao trabalho depois da maternidade é motivo de muitas dúvidas e inseguranças. É uma fase na qual a mulher vive os primeiros dias da ansiedade de conciliar os papéis de mãe e profissional, e precisa se readaptar à nova realidade. A situação não é fácil, pois tem a difícil missão de deixar o filho com outra pessoa e voltar ao trabalho.

 

Naturalmente, após o período cuidando do filho, mães costumam sentir culpa por “abandonar” os pequenos. E pensando nessa necessidade especial, muitas empresas reconhecem ser um período que exige atenção e até estimulam a amamentação e o contato da mãe com o bebê, nessa fase, como é o caso da Santillana Brasil, que incentiva suas colaboradoras para exercer esse importante ato de amor.

 

Mas já de volta ao trabalho, há alguns passos que podem ser seguidos e que certamente facilitarão o exercício das atividades diárias. Confira:

 

- Converse com o gestor: discuta com seu líder quais serão seus desafios após o longo período de afastamento. Busque se envolver em novas atividades e rotinas de trabalho;

- Agende reuniões: procure se inteirar dos assuntos e projetos em andamento, para isso invista em reuniões de alinhamento com pessoas da equipe ou das áreas;

- Administre o tempo: a gestão de tempo passa a ser fundamental, saiba dosar as atividades do trabalho, da casa e do bebê.

 

E, para você, qual foi o maior desafio ao retornar ao trabalho depois da licença-maternidade?