Sou líder, e agora?

 

Liderar uma equipe é o sonho de muitos profissionais. Porém, a primeira experiência exige aprendizagem e muita habilidade para o novo líder construir a sua imagem como gestor. Além desses atributos, de acordo com Michael Watkins, autor do livro Os Primeiros 90 Dias – Estratégias de Sucesso para Novos Líderes, os três primeiros meses são importantes para definir prioridades e planejar estratégias. Para ele, é comum os novos líderes agirem com insegurança ou mesmo irem com “muita sede ao pote”, comprometendo sua evolução na empresa.

 

Você é um novo líder? Então confira alguns passos que o conduzirão ao sucesso nesse desafio:

 

1º passo: ao assumir o cargo de liderança, é importante conhecer a equipe, delegar tarefas e confiar nas pessoas;

 

2º passo: seja humilde para estabelecer uma boa e sólida liderança;

 

3º passo: a cobrança será ainda maior, com relação ao seu papel na empresa. O profissional agora responde não só pelo seu trabalho, mas também pelo rendimento de toda a equipe;

 

4º passo: saiba administrar o seu tempo e de toda a equipe. O líder deve estabelecer metas para os subordinados e se envolver, contribuindo para que sejam cumpridas;

 

5º passo: compartilhe informações, mantendo a equipe alinhada e motivada em relação às metas. Estabeleça boa comunicação para criar envolvimento, participação e confiança mútua.

Homem x Tecnologia

Homem x Tecnologia

 

A tecnologia melhorou a vida e alterou a forma como o homem se relaciona com a sociedade. Graças a ela, atividades de grande complexidade puderam evoluir e facilitar o dia a dia das empresas. Em contrapartida, muito se especula se, com máquinas cada vez mais eficientes, o homem deixará de ser necessário e será substituído por máquinas.

 

Um estudo produzido pelo Centro de Performance Econômica, da London School of Economics, divulgado em abril, pela Revista Exame, afirma que isso não vai acontecer. Os economistas Georg Graetz e Guy Michaels, que avaliaram 14 setores industriais de 17 países, incluindo o Brasil, entre os anos de 1993 e 2007, identificaram que as horas trabalhadas dos funcionários supriram o volume do mesmo período executado por robôs. Ainda observaram que trabalhadores  substituídos pelas máquinas encontraram novas ocupações dentro das próprias empresas e, em alguns casos, registraram até aumento de salário, mesmo que modesto.

 

Com avaliações positivas assim, as máquinas vieram para ajudar o ser humano no desenvolvimento de muitas tarefas. E pode ainda se beneficiar com a introdução dessas novas tecnologias. É inegável a sua importância para a sociedade e, por isso, o homem deve usá-la com consciência e para o bem de todos!

 

E, na sua percepção, você acredita que a sua função pode ser executada por uma máquina? 

Pessoas difíceis no trabalho: o que fazer?

 

Em geral, as pessoas passam boa parte do seu dia no trabalho, e nada melhor do que tornar esse período agradável para todos, principalmente no que se refere ao relacionamento interpessoal com os colegas. É natural estar em contato com pessoas de pensamentos e personalidades diferentes, e cabe a cada profissional saber gerenciar esses relacionamentos e extrair o melhor de cada pessoa.

 

Existem algumas regras de convivência que podem garantir o sucesso no trato com as pessoas do trabalho, mas é preciso ter em mente que não se pode mudar ninguém, mas, sim, se adequar a elas, para facilitar no contato diário. Confira as dicas:

 

1. Mantenha-se educado: esse é o momento de praticar a paciência e não se mostrar indiferente, pois a pessoa pode se irritar ainda mais e entrar em conflito inapropriado. Mantenha a educação e a compostura, sem agir por impulso ou emoção; isso o deixará equilibrado.

 

2. Coloque-se no lugar: tente compreender a pessoa e as dificuldades que ela vivencia. A partir disso, você passará a prever o comportamento dela e saberá agir de acordo.

 

3. Você é uma pessoa difícil?: faça uma auto avalição para perceber se você é uma pessoa difícil. Conheça-se melhor a cada dia, exercitando seu domínio próprio e mostrando seus valores.

 

4. Peça ajuda: em casos extremos, depois de já ter tentado de todas as formas educadas um bom convívio, e não conseguir, recorra ao apoio do superior da equipe ou do Departamento de Recursos Humanos da empresa. Uma ajuda externa pode ajudar.

A “rádio peão” no mundo corporativo

 

 

No mundo corporativo, o ditado popular “quem conta um conto, aumenta um ponto” se adéqua quando o assunto é “rádio peão”. No Brasil, a expressão tomou forma nos anos de 1970, com o movimento operário, para designar uma comunicação específica entre os trabalhadores. De lá pra cá, muita coisa mudou, mas essa prática de comunicação informal se estabeleceu e é quase unanimidade em todas as companhias.  

 

Ao propagar notícias extraoficiais, os funcionários podem ajudar a desmotivar os colegas, complicando o clima da empresa. Outro fator negativo em relação à prática é o uso das redes sociais, para expor situações internas da empresa, e que podem afetar consideravelmente a imagem da companhia.

 

Veja algumas dicas para evitar que sua empresa seja vítima da rádio peão!

 

- Faça reuniões periódicas: os gestores podem contribuir para que a prática diminua, uma vez que o envolvimento dos níveis mais altos da empresa é essencial para dar apoio aos empregados e deixá-los menos desconfortáveis em tempos de crise;

 

- Canal de Comunicação interna: além de uma política de comunicação interna eficiente, aposte em ferramentas que facilitem o tráfego das informações;

 

- Líderes: para lidar com esse problema e suas consequências, os líderes devem investir na transparência e na clareza de informações;

 

- Colaboradores: é preciso bom senso ao compartilhar uma situação, pois, como se costuma dizer, toda história possui dois lados.

Mantenha sua motivação, mesmo em um ano de crise

 

Estamos no final do 1º semestre de 2015 e as previsões de um ano difícil vêm se confirmando. As perspectivas do baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), poucos investimentos e inflação, acabam por desmotivar os profissionais que almejam evoluir profissionalmente.

 

E contrariando as previsões negativas, o momento é de mostrar capacidade e disposição para enfrentar os desafios e apresentar novas ideias e novos projetos. A palavra é ousar e manter-se atento aos seus pontos fortes, revelando-se capaz de enfrentar com equilíbrio as adversidades. Mesmo que haja momentos de desânimo, é preciso mudar o pensamento, mantendo-se positivo e buscando apoio das pessoas ao redor.

 

Além da confiança e da automotivação, que devem fazer parte desse período, o profissional precisa estar atento às finanças, estruturando um planejamento familiar e eliminando gastos desnecessários. É importante saber investir o dinheiro, para obter mais produtividade, realização pessoal, e lidar com possíveis contratempos ao longo do ano.

 

Estar motivado em épocas de crise é um dos desafios do mundo corporativo. Cabe a cada profissional identificar suas oportunidades de melhoria e propor a mudança, afinal, se queremos mudança no mundo, nem que seja no mundo corporativo, devemos começar por nós.