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O que é job crafting?

 

Mais do que cumprir as tarefas definidas no escopo do trabalho, buscar sentido em cada atividade tem sido a meta de muitos profissionais. Isso porque com a intensa rotina e a falta de desafios, os colaboradores acabam estagnados e percebem que precisam encontrar nova razão para o seu trabalho. Graças ao conceito de job crafting, diversos profissionais estão revendo suas relações no trabalho e o significado de suas tarefas, em busca de realização e melhores resultados.

 

Ao investir no job crafting, os colaboradores acabam executando tarefas mais significativas e alinhadas com seus talentos e interesses. Colocar em prática esse conceito exige flexibilidade das companhias e dos colaboradores, mas algumas empresas têm investido e notaram que os funcionários conseguem aderir a alguns pontos que contribuem para a felicidade no ambiente corporativo, como paixão, valores e resultados.

 

Além dessas vantagens, os profissionais que investem no job crafting estão um passo à frente, uma vez que o mercado tem exigido cada vez mais pessoas versáteis e prontas para atuar em diversas posições. E, para começar, o colaborador precisa estar disposto a rever suas tarefas e, naturalmente, sair da zona de conforto. Para isso, deve observar alguns passos de como aplicar o conceito na prática e conquistar bons resultados.

 

1º passo - Autoconhecimento: reformule o jeito de enxergar o seu trabalho, desta forma, desbloqueará novas oportunidades de atuação.

2º passo – Elaboração de tarefas: identifique suas atividades e tarefas do dia a dia, e faça ajustes. No segundo momento, esteja atento ao seu relacionamento com as áreas, e procure mudar a perspectiva sobre a razão de cumprir determinada tarefa.

O que move os profissionais?

O que move os profissionais?

 

Em uma equipe é comum observar que cada membro possui características diferentes ao lidar com o trabalho. Alguns são mais produtivos, comprometidos e com foco em resultados, outros trabalham sem alegria e apenas para cumprir com as suas obrigações. A diferença entre eles tem um nome: motivação.

 

O termo é de fácil compreensão, mas efetivamente fica a pergunta: o que move o profissional? Para responder, antes é preciso contextualizar o que é motivação, que pode ser definida como o combustível que impulsiona o profissional a oferecer o melhor em suas tarefas diárias e atingir seus objetivos, melhorando o rendimento e contribuindo para a conquista de resultados positivos para a empresa.

 

A motivação está atrelada ao sentimento interno e individual de satisfação do indivíduo, fator que contribui para a elevação do bem-estar e do sentimento de prazer, competência e autodeterminação. Na vida é inevitável se deparar com momentos de apatia e falta de estímulo, mas deve-se ter atenção quando esse quadro passa a ganhar dimensão e a influenciar negativamente o dia a dia das pessoas. Cabe ao profissional identificar e buscar meios para “driblar” essa situação e garantir a motivação novamente.

 

E se a falta de motivação estiver rondando, invista em algumas dicas que certamente ajudarão a encarar os desafios com mais ânimo e disposição:

 

  • Identifique o que te impulsiona: cada pessoa sabe o que a motiva e, por isso, deve explorar e buscar os fatores que geram motivação.
  • Invista em autoconhecimento: descubra seus pontos positivos e suas fragilidades. Ao identificá-los, fica mais fácil encontrar caminhos.
  • Se for o caso, busque orientação profissional: vale investir em coaching executivo ou mesmo em psicoterapia para auxiliar na busca pela realização profissional.