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Desvendando o absenteísmo

 

Definido pela ausência do colaborador no trabalho, o absenteísmo pode ter causas mais profundas do que se imagina e danos importantes para a companhia. Traduzido em diversas razões, como doenças, problemas com o transporte, motivos familiares, desmotivação, essa é uma prática recorrente e que merece atenção dos gestores e do próprio profissional.

 

Começa com uma simples falta, depois mais duas na semana, e, quando percebe, o profissional já está sem vir na empresa por dias seguidos. Muitas vezes, o colaborador age por impulso e não avalia o dano que está causando para a equipe, bem como para a empresa. Pela falta de inteligência emocional, por não saber lidar com certos conflitos, acaba criando motivos para atrasos e, consequentemente, deixa de produzir. Alguns utilizam a estratégia como forma de pressão para o gestor, outros agem sem pensar. Por isso, é necessário avaliar o seu momento e verificar qual o caminho a seguir. Saber o que te move pode ser um passo inicial para a mudança.

 

Do lado do gestor, é o momento de avaliar as causas das ausências. Para isso, o líder deve estudar os possíveis motivos para entendê-los e evitar que o absenteísmo se torne rotina entre seus colaboradores. Chamar para uma conversa é o primeiro passo, e outras práticas também podem repercutir positivamente, como estar mais próximo do profissional faltante; mostrar que a empresa se preocupa com o bem-estar dele; oferecer feedbacks; valorizar seus pontos positivos, mostrando a sua importância para a empresa.

Inteligência Emocional: você sabe o que é?

Inteligência Emocional: você sabe o que é?

 

Desenvolver a inteligência emocional não é das tarefas mais simples, mas pode, e deve, ser exercitada, uma vez que as emoções têm o poder de influenciar negativamente ou positivamente no ambiente profissional. O termo ganhou destaque por meio do renomado escritor Daniel Goleman, que escreveu um best-seller sobre o tema, que define como “a capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos”.
 

O desconhecimento geral sobre o assunto faz com que muitos percam a oportunidade de usar as próprias emoções a seu favor no trabalho. O funcionário pode até ser brilhante do ponto de vista técnico, mas nada garante o seu sucesso se o seu comportamento não contribuir. Desta forma, essa competência, que cada vez mais tem o papel de diferenciar os profissionais, permite desenvolver um ambiente harmonioso e, ao mesmo tempo, ser produtivo em ideias e resultados.

Para isso, o profissional deve estar atento a algumas “situações” que acontecem no seu dia a dia e, a partir de então, propor mudanças de padrões e comportamentos.
 

Confira algumas oportunidades de aprendizado e melhoria:
 

- Resiliência: supere dificuldades e desafios e se fortaleça a partir destas situações adversas;


- Comunicação: desenvolva a comunicação, saiba ouvir e se colocar no momento adequado;


- Flexibilidade: situações de conflito devem ser conduzidas com cautela, sabendo o momento de recuar e avançar;


- Assertividade: coloque-se no lugar do outro, tenha empatia, saiba reconhecer uma situação e propor uma solução satisfatória para todos;


- Autocontrole: observe a sua reação frente a uma questão. Evite nervosismo, tensão ou afobação, respire e canalize essa emoção de forma positiva.