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Que diferença você faz no trabalho?

Você já parou para pensar sobre o que acontece na sua empresa no dia em que você falta ao trabalho?

 

Talvez já tenha pensado nisso, mas não dá para ter certeza porque, afinal de contas, você não estava lá. Mas quando você vai trabalhar e um colega da sua área falta, você descobre imediatamente a falta que ele faz. Claro, porque muita coisa “sobra” para você fazer.

 

Existem momentos na vida em que faltar ao trabalho é inevitável, quer seja por motivos pessoais, por doença ou por acidente no trabalho. Mas estas situações são esporádicas e não chegam a comprometer irremediavelmente os resultados gerais da companhia.

 

No entanto, muitas vezes a ausência se torna uma constante, geralmente provocada por incompatibilidades com o gestor, falta de identificação com o tipo de atividade ou ainda problemas de relacionamento com a equipe. Seja qual for o motivo, é certo que o absenteísmo frequente é ruim para todo mundo: desde a empresa, até os gestores e os próprios funcionários.

 

A organização perde em produtividade, aumento o pagamento de horas extras, redução do faturamento, além de eventuais comprometimentos da qualidade e do cumprimento de prazos.

 

Os gestores, diante deste quadro, deixam de cumprir com as suas metas. Já os funcionários perdem a credibilidade e a possibilidade de conquistarem sua evolução dentro da trilha de desenvolvimento de carreira da organização.

 

Mas, afinal, o que é possível fazer para evitar esta situação?

 

A resposta, apesar de simples, nem sempre é fácil na prática. Para solucionar este problema o ideal é que todos os envolvidos assumam uma parcela da responsabilidade e se esforcem para solucionar o problema, visando o bem de todos e a felicidade geral na empresa.

 

O funcionário que se sente estressado por causa das relações no ambiente de trabalho deve procurar se manifestar de forma assertiva, expondo o problema e conversando sobre possíveis soluções no sentido de reduzir ou eliminar os desacertos com seus pares.

 

Por sua vez, os responsáveis pela área de recursos humanos, que representam os interesses da companhia, devem permanecer atentos para identificar o quanto antes situações como estas e interceder junto aos envolvidos, para eliminar de uma vez por todas as causas, muitas vezes camufladas.

 

E os gestores, que são os envolvidos diretos na questão, precisam exercer plenamente sua capacidade de promoção de relacionamentos e fornecimento constante de feedbacks para sua equipe. Afinal, no âmbito do trabalho dentro de uma área, ninguém mais importante do que o gestor para manter um ambiente transparente e um clima produtivo entre seus funcionários.

 

5 dicas para aumentar sua produtividade

 

Você provavelmente já deve ter visto um espetáculo de circo ou show onde o malabarista equilibra uma infinidade de pratos em cima de umas varinhas instáveis. O artista fica correndo de um lado para outro do palco, tentando evitar que os pratos caiam.

 

E não é que ele consegue! Durante o espetáculo as varinhas são administradas e se mantêm em perfeito equilíbrio.

 

Nas empresas acontece algo semelhante: cada vez mais o mercado exige profissionais que saibam realizar várias tarefas simultâneas, produzindo resultados positivos em todas elas. Quem souber equilibrar os pratos certos vai se destacar em sua profissão e acelerar o desenvolvimento da sua carreira.

 

Para dar conta de cumprir todas as exigências de um dia de trabalho multitarefas, uma boa recomendação é planejar a ocupação do seu tempo para descobrir maneiras de fazer melhor e mais rápido o que precisa ser feito.

 

O sociólogo italiano Domenico De Masi definiu como “ócio produtivo” estes breves momentos não mergulhados no trabalho: um espaço livre na mente para poder pensar organizadamente nos próximos passos que irão “proporcionar mais alegria e ousadia ao próprio trabalho”.

 

Fazer muito nem sempre é sinal de fazer bem, muito menos sinônimo de fazer o que é melhor para a organização. Um assentador de tijolos eficiente é capaz de erguer 10 paredes em um dia, mas se todas estiverem tortas ele não terá sido eficaz e a casa cairá em breve, apesar dele ter trabalhado muito.

 

Veja o que você pode fazer para estruturar melhor suas atividades no trabalho e aumentar a sua produtividade, tornando-se um profissional cada vez mais desejado no mercado:

 

  1. Planejar – No início do dia, relacione o que é preciso fazer. Depois classifique entre o que é urgente e o que é importante. Comece fazendo o que você classificou simultaneamente como importante e urgente.
  2. Benchmark – Busque informações e conhecimentos com outros profissionais que tenham experiências diferentes das suas. Você pode aprender muito, especialmente uma forma mais produtiva de fazer as coisas.
  3. Delegar – Distribua tarefas para a sua equipe. Para isso, primeiro analise a capacidade da pessoa realizar o que você quer; depois ensine a fazer; acompanhe as primeiras vezes; dê feedback; por fim vá cuidar das suas responsabilidades diretas.
  4. Solicitar ajuda – Divida o que é necessário fazer entre você e outros profissionais. Quando cada um faz um pedaço, o todo fica pronto mais rápido. E você continua responsável pelo processo.
  5. Focar sempre em produtividade – Existem maneiras eficazes de se tornar cada vez mais produtivo em suas atividades profissionais. Uma delas está na utilização do Método Pomodoro, desenvolvido por Francesco Cirillo. Aprenda como ele funciona e otimize sua forma de trabalhar na empresa lendo o artigo http://bit.ly/2oGIBNx

Férias como fator de produtividade

 

Para muitas pessoas, a produtividade ainda está relacionada a intensas jornadas de trabalho, horas extras e plantões. Mas, contrariando esse pensamento, para ser mais produtivo e, consequentemente, trazer mais resultados, o profissional precisa ter um momento de descanso. O descanso é um pré-requisito para que o profissional se mantenha ativo e disposto para suas atividades essenciais. Além disso, a pausa favorece o restabelecimento da energia, revigorando-o para mais um período de trabalho.

 

De acordo com um estudo da Harvard Business Review, foi possível notar que, entre as pessoas que saem de férias, 65% têm suas chances aumentadas de crescer na carreira. Isso porque, ao descansar, o profissional consegue se desligar do trabalho, concentrando-se em sua família, lazer e hobbies, assim, ao retornar, revela-se mais bem disposto e com energia redobrada.

 

Naturalmente, para cargos em que a demanda por responsabilidade é maior, muitos colaboradores têm mais receio de se ausentar, ou até medo de perder suas posições. Fundamental, no entanto, é encarar as férias como um período importante de relaxamento mental e físico. Para isso, vale estruturar um plano de descanso. Confira:

 

  • Se possível, opte por dividir as férias em dois períodos e, preferencialmente, em épocas diferentes. Dessa forma, poderá descansar e usufruir melhor do seu tempo.
  • Antes de sair de férias, é importante organizar o seu departamento para que se mantenha sem a sua presença. Se for preciso, seja o mais específico possível com suas tarefas e crie um manual de suas principais funções.
  • Planeje as atividades das férias, assim poderá se preparar melhor para aproveitar todos os momentos.
  • Desconecte-se de tudo o que estiver relacionado ao trabalho e aproveite, afinal, férias é uma questão de respeito à saúde.

Produtividade: conheça o método pomodoro

 

Ser mais produtivo, desempenhar bem as tarefas, cumprir prazos. Essa é a busca diária de muitos profissionais. Mas, conquistar esses objetivos tem sido um desafio constante, diante das altas demandas de trabalho no ambiente corporativo. Pensando nisso, o italiano Francesco Cirillo teve a ideia de utilizar um cronômetro de cozinha com o formato de um tomate para gerenciar o seu tempo. Nesse momento, nascia o método pomodoro (tomate, em italiano), desenvolvido no final dos anos 80 como técnica que procurava uma maneira de aumentar a produtividade.

 

Na prática, o método consiste em trabalhar por blocos de tempo, chamados de pomodoro. De acordo com suas pesquisas, Cirillo percebeu que, ao separar as atividades com pausas entre as tarefas, as pessoas se tornam mais produtivas. Isto é, ao reservar 25 minutos para cada tarefa, sem interrupções, a pessoa torna-se mais focada e, naturalmente, executa suas atividades de forma mais eficiente. Ao empregar a técnica, o profissional, no fim de cada pomodoro, deve fazer uma pausa de cinco minutos, e a cada quatro ciclos deve fazer uma pausa mais longa, de 30 minutos.

 

Sabidamente, algumas tarefas não se limitam a apenas 25 minutos para serem executadas, por isso, o período pode ser flexível, para que o profissional avalie e defina o tempo necessário para o seu cumprimento. Sua utilização é fácil, basta estar atento a algumas dicas, confira:

 

  • Crie uma lista de tarefas no começo do dia, identificando as que já estão determinadas e reservando um espaço para as que possam surgir.
  • Evite interrupções, como acessar redes sociais, ler e-mail ou levantar para tomar um café. Todas as interrupções externas também devem ser deixadas para depois, a não ser que sejam de extrema urgência.
  • Comece a executar a primeira tarefa cronometrando os 25 minutos (ou o tempo que for necessário). Ao final do pomodoro, assinale a tarefa e faça uma pausa de 5 minutos. Aproveite para se levantar, caminhar, ou fazer outra atividade que ajude a relaxar.
  • Passe para uma nova tarefa, definindo mais um pomodoro.
  • A cada quatro pomodoros, faça uma pausa mais longa, de 30 minutos, até voltar ao trabalho. 

Uso das tecnologias versus a produtividade

 

Um dos principais motores de uma empresa, a produtividade, tem sido ameaçada por um vilão no cenário corporativo: o celular. Indispensável para os dias atuais, o uso constante da tecnologia, principalmente do smartphone, tem causado impactos negativos a muitos colaboradores, que sem perceber, acabam perdendo horas de trabalho devido ao vício tecnológico. Além dos danos relacionados à produtividade, muitos profissionais passaram a apresentar problemas de saúde, pelo uso abusivo, entre eles, prejuízos à coluna cervical, síndrome do olho seco, insônia causada pelo uso antes de dormir, e outros problemas.

 

De acordo com pesquisas norte-americanas, as interrupções no trabalho comprometem 30% da capacidade de desempenhar atividades, pois a concentração é essencial para que o colaborador mantenha o foco. Desta forma, empresas têm investido na conscientização dos funcionários, uma vez que muitos gestores perceberam que proibir o uso não é boa opção. Isso porque, da mesma forma que o acesso à tecnologia pode trazer inovação e criatividade, o uso demasiado pode acarretar perda de foco e impactos nas metas.

 

Outro vilão da produtividade nas empresas tem sido o uso exagerado dos aplicativos de bate-papo via celular (WhatsApp, Viber e outros). Considerados importantes ferramentas de comunicação, esses canais deixaram de ser usados apenas para as questões particulares dos colaboradores e tornaram-se, agora, uma ferramenta de trabalho. Grupos são formados para tratar de assuntos corporativos, que muitas das vezes deveriam estar restritos a outros canais de comunicação interna. Por esta razão, é necessário ter cautela nesta prática.

 

Por ser uma tendência e o uso, uma realidade, cabe às empresas educarem seus colaboradores para o uso consciente do celular e definir algumas regras. Confira algumas sugestões:

 

  • Opte por deixar o celular no modo silencioso;
  • Crie espaços para o uso livre (área de convivência, café e demais locais);
  • Estimule o acesso em pausas programadas, e combine horários nos quais a demanda de trabalho é mais amena;
  • Em reuniões, evite levar o celular para não causar interferências;
  • Defina um limite de utilização;
  • Em atividades que exijam atenção máxima, o uso do celular deve ser restrito.
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