Insistência irracional: quando parar de investir no que está dando errado

 

 

 

Considere o cenário: você alugou uma casa na praia para passar a virada do ano com a família. No caminho, a estrada está completamente congestionada, o motor do carro quebra, todos brigam e discutem e não há a menor perspectiva de chegar ao destino nas próximas horas. Ainda assim, você insiste com a ideia de passar o fim do ano na praia. Afinal, já gastou dinheiro com a reserva da casa.

 

Este fenômeno psicológico se chama insistência irracional. Trata-se da decisão de seguir investindo em determinado projeto em função dos custos perdidos com ele, mesmo diante de informações negativas a seu respeito. 

 

A ideia também se aplica ao estágio de conclusão de um empreendimento. Pessoas que já passaram da metade de um processo tendem a querer terminá-lo, ainda que tudo indique que os resultados não compensam o esforço. 

 

A insistência irracional está presente tanto em atividades triviais como uma viagem de férias quanto em decisões profissionais importantes. E suas consequências podem ser extremamente negativas.

 

Para entender, voltemos ao exemplo da virada do ano na praia. Ao insistir teimosamente em concretizar esse projeto, os custos não se limitam ao dinheiro que será investido no restante da viagem, mas há também o custo emocional de se seguir em uma experiência frustrante. E, talvez, o mais importante: o tempo gasto em algo que não está dando certo, e que poderia ser usado em ideias mais bem sucedidas. 

 

Em resumo: o custo perdido não pode ser recuperado. Mas é possível evitar novas perdas.

 

Na vida profissional, o tempo e o dinheiro gastos em projetos fadados ao fracasso podem ser determinantes para o futuro de uma organização —ou mesmo de uma carreira. 

 

Isso não quer dizer que devemos abandonar nossas ideias ao primeiro indício de um resultado negativo. Mas é importante nos atentarmos se estamos praticando a insistência irracional.

 

Uma boa forma de perceber isso é justamente racionalizar nossas decisões. Parece óbvio, mas nem sempre é.

 

Quando calculamos cuidadosamente os investimentos que teremos de fazer para concluir um projeto e procuramos auferir seus resultados com base em evidências reais, é muito mais fácil fugir dessa armadilha. 

 

Portanto, se você suspeitar que está insistindo irracionalmente em algo, reavalie suas ações e tome uma nova decisão se for preciso. 

Como lidar com as fake news sobre sua empresa

 

 

Muitas das maiores companhias do mundo já tiveram de lidar com boatos a respeito dos produtos e serviços que vendem. Minhocas nos hamburgueres e ratos nos refrigerantes estão entre as histórias que circulam por aí. 

 

Isso não é novidade nenhuma, mas com a internet a informação falsa viaja em uma velocidade incomparável. Quem nunca recebeu fake news pelo Whatsapp? 

 

Pode haver muitos interesses por trás dos boatos, mas uma explicação é mais simples: pessoas gostam de histórias e, quanto mais absurdas, mais atenção elas atraem. 

 

Se você trabalha na área de comunicação de uma empresa ou tem seu próprio negócio, é bem possível que um dia tenha de lidar com um boato sobre sua organização. 

 

Para gerenciar este tipo de crise, um bom primeiro passo é deixar os funcionários bem informados. Afinal, se os próprios colaboradores da empresa suspeitarem que a informação é verdadeira, por que os consumidores não suspeitariam? 

 

Por isso, é fundamental ter um canal de comunicação interna eficiente, onde a informação é transmitida com transparência e agilidade. 

 

Além disso, é preciso alimentar o público com informações verdadeiras, vindas de fontes confiáveis e com a maior rapidez possível. Dificilmente um boato se espalha se a empresa age rapidamente e com assertividade. 

 

Boatos se disseminam diante da inação das empresas. Cada minuto de silêncio pode ser mortal para a credibilidade da marca. 

 

É importante notar que muitas vezes as informações falsas são espalhadas em momentos de grandes movimentações nas empresas. É comum, por exemplo, que notícias de demissões em massa circulem pelos corredores das organizações. 

 

Nesses casos, nem sempre é possível esclarecer tudo rapidamente, pois muitas vezes são decisões estratégicas delicadas da direção da empresa. 

 

Para este tipo de situação, o RH e a direção devem estar muito bem alinhados, preparados para lidar com a insegurança dos colaboradores. 

Solucionar problemas ou maximizar oportunidades?

 

 

 

 

A capacidade de solucionar problemas complexos é uma característica que toda empresa busca em seus colaboradores. É também uma habilidade vista como fundamental para o profissional dos tempos atuais. 

 

Mas será que a resolução de problemas é o que gera resultados para a empresa? 

 

A verdade é que a solução de problemas pode levar uma organização de volta à rota certa, mas nem sempre é o que a leva aos melhores caminhos. Para esse caso, o foco, então, talvez deva ser outro: a maximização de oportunidades.

 

É pela geração de boas oportunidades que uma organização maximiza seus lucros, inova em seu mercado e mantém-se próspera. 

 

Já a resolução de problemas, por outro lado, é o que pode retirar os obstáculos para que os resultados sejam alcançados. 

 

Em suma, é mais importante saber identificar as coisas certas a serem feitas do que saber como fazê-las corretamente. 

 

Isso significa que a eficácia, mais do que a eficiência, é fundamental para o sucesso da empresa. É na geração de boas oportunidades que a maior parte dos recursos devem estar alocados.

As 7 características que não podem faltar em um profissional de sucesso

 

 

Muitos querem trabalhar em uma boa empresa, que os valorize, ganhando um ótimo salário e com reconhecimento pelo trabalho que fazem. Outros sonham em ser bem sucedidos em seus próprios empreendimentos, mantendo negócios prósperos e lucrativos. Até aí, nada de novo. 

 

Mas que qualidades precisamos ter para que tudo isso seja uma realidade? Além de competência profissional e alguma sorte, há características imprescindíveis para quem quer ter sucesso na carreira. 

 

Conheça 7 características que não podem faltar em um profissional de sucesso: 

 

1 - Integridade

 

É possível chegar ao topo com mentiras e desonestidade. Mas é impossível se manter lá por muito tempo. É com uma postura íntegra que ganhamos a confiança das pessoas, sem a qual não se vai a lugar nenhum. 

 

2 - Autoconfiança

 

O sucesso na vida corporativa ou no empreendedorismo exigem que aceitemos alguns riscos. Qualquer atividade lucrativa envolve também a possibilidade do fracasso. Sem confiança em nossas próprias decisões, não nos permitimos correr esses riscos. 

 

3 - Senso crítico

 

A capacidade de avaliar se algo está sendo feito da maneira certa ou se há algo de errado é fundamental em qualquer profissional. O senso crítico é uma habilidade que deve ser aprimorada e praticada em todos os momentos da carreira de uma pessoa. 

 

4 - Bom relacionamento

 

O caminho para se alcançar um objetivo grande na carreira passa, necessariamente, pela boa vontade de outras pessoas. A única maneira de conseguir isso é sabendo se relacionar com elas, entendendo seus próprios anseios e necessidades e mostrando-se aberto a uma relação profissional consistente. O bom relacionamento interpessoal é peça chave em qualquer carreira. 

 

5 - Capacidade de trabalhar em equipe 

 

Isso tem muito a ver com o bom relacionamento interpessoal, mas não para por aí. Além de saber lidar com as pessoas, é preciso saber somar suas habilidades às delas. Cada vez mais, o mercado precisa de profissionais que sabem atuar coletivamente, pensando no melhor resultado para o todo. 

 

6 - Iniciativa

 

Chamada por muitos de proatividade, ela é uma das qualidades mais buscadas pelas empresas. Um profissional com iniciativa não espera uma ordem para começar a fazer seu trabalho. Não espera até que algo corra mal para consertar aquilo que está errado. O profissional com iniciativa está sempre à frente dos problemas, e isso o diferencia dos demais. 

 

7 - Persuasão 

 

Não basta estar certo, é preciso convencer os demais disso. Uma boa capacidade de persuasão ajuda um profissional a concretizar suas ideias, obter aprovação para projetos ambiciosos e fazer valer seus valores. O poder de convencimento pode ser praticado, e é uma habilidade que pode fazer toda a diferença. 

Afinal, qual é a diferença entre competências e habilidades?

 

Competências e habilidades são palavras comumente tratadas como sinônimos, e estão presentes em quase todas as descrições de vagas de emprego. Na hora de fazer um currículo, surge então a dúvida, existe alguma diferença entre elas? 

 

A verdade é que sim, os dois termos são distintos. Em resumo, uma competência é um saber ou técnica que podem ser obtidos por meio da prática. 

 

Já a habilidade é uma qualidade inata do profissional e independe de cursos ou treinamentos. Atenção: isso não significa que habilidades não possam ser aprimoradas. 

 

Por exemplo, um mecânico pode ter uma boa coordenação motora para trabalhar com as mãos, o que lhe proporciona maior facilidade para lidar com as peças dos automóveis. Isso é sua habilidade. Já a competência é o que ele obtém em um curso de mecânica, onde conhece todas as partes de um carro e suas funções. 

 

Outra palavra que se confunde com as duas anteriores é conhecimento, que diz mais respeito ao saber teórico em relação a um assunto. 

 

O mesmo mecânico pode ter lido diversos manuais de automóveis na vida, sem nunca ter consertado um carro. Isso indica que ele tem conhecimento sobre mecânica, mas não possui a competência. Em um treinamento prático, ele pode aliar as duas pontas.

 

Portanto, na próxima vez que você for montar seu currículo ou se candidatar a uma vaga de trabalho, atente-se às sutis, porém fundamentais, diferenças entre cada uma dessas palavras.